Internacional

Depois de um mês, nenhuma solução para o conflito na Ucrânia


Hoje completa um mês que a Rússia invadiu a Ucrânia e entraram em conflito.

A Ucrânia está sendo invadida por tropas russas, atingindo a população do país. Famílias entraram em caos, perdendo seus bens  e a Economia afetada por briga de intereses políticos.

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Após meses de expectativa e tensão, a Rússia deu início à invasão da Ucrânia (24/2). O primeiro dia de invasão tem sido marcado por imagens de veículos militares da Rússia cruzando as fronteiras da Ucrânia (a partir do norte, do sul, do leste e do oeste do país), estragos causados por mísseis, pessoas feridas, fuga em massa por estradas e ferrovias, filas em caixas eletrônicos, voos civis cancelados e moradores procurando abrigos subterrâneos.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), perto de 7 milhões de pessoas estão deslocadas internamente, e o número dos que fugiram para países vizinhos está se aproximando rapidamente de 4 milhões.

Isso significa que um em cada quatro ucranianos estão deslocados à força. De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), um em cada três deslocados internos sofre de uma condição crônica.

Cerca de mil centros de saúde na Ucrânia estão perto de áreas de conflito e as consequências são acesso limitado ou inexistente a medicamentos e hospitais, o que significa que os tratamentos de doenças crônicas praticamente pararam.

Cerca de 1.000 centros de saúde na Ucrânia estão perto de áreas de conflito e as consequências são o acesso limitado ou inexistente a medicamentos e hospitais, o que significa que os tratamentos para doenças crônicas praticamente pararam.

A infraestrutura de saúde destruída do país e os suprimentos médicos interrompidos representam uma séria ameaça para milhões de pessoas. Segundo a ONU, acredita-se que aproximadamente metade das farmácias da Ucrânia esteja fechada. Muitos profissionais de saúde estão deslocados ou incapazes de trabalhar.

Até 22 de março, a OMS havia verificado 64 ataques à saúde em 25 dias (entre 24 de fevereiro e 21 de março), causando 15 mortes e 37 feridos. Isso equivale a uma média de 2,5 ataques por dia.

“Os ataques à saúde são uma violação do direito internacional humanitário e uma tática de guerra perturbadoramente comum – eles destroem a infraestrutura crítica, mas pior, destroem a esperança. Privam as pessoas já vulneráveis ​​do cuidado que muitas vezes é a diferença entre a vida e a morte. Os cuidados de saúde não são – e nunca devem ser – um alvo”, disse Jarno Habicht, representante da OMS na Ucrânia.

Fonte: Portal CINCO