Bolsonaro terá reunião bilateral com Joe Biden na quinta-feira (09).
Os Estados Unidos sediam a partir desta segunda-feira (06) em Los Angeles (Califórnia) a 9ª edição da Cúpula das Américas em meio a um risco de constrangimento para o governo do presidente Joe Biden. Isso porque líderes do continente podem não comparecer ao evento que durará até quinta-feira (10).
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Essa é a 1ª vez que a cúpula é realizada nos Estados Unidos desde que o ex-presidente Bill Clinton conduziu a sessão inaugural, em 1994 na cidade de Miami. O evento reúne os líderes de nações da América do Norte, do Sul, Central e do Caribe a cada 3 ou 4 anos.
A ausência de convites para Cuba, Nicarágua e Venezuela, confirmada na noite deste domingo (5), provocou instabilidade diplomática no continente, e a presença de alguns líderes ainda é incerta.
O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, disse que só participaria da reunião se todos os países do hemisfério ocidental fossem convidados.
9ª Cúpula das Américas: Evento será o 1º encontro público de Bolsonaro e Biden.
O que é?
- reúne líderes das Américas do Norte, do Sul e Central e do Caribe a cada 3 a 4 anos. A 1ª edição foi em 1994, emm Miami (EUA), no governo de Bill Clinton.
Objetivos?
- promover a cooperação ntre as nações visando ao crescimento econômico;
- incentivar a democracia, os direitos humanos e o combate à corrupção;
elhorar o acesso à energia limpa e à tecnologia de comunicação; - fortalecer a segurança da região.
Tópicos de debate
- futuro verde e energia limpa;
- participação dos jovens na política;
- prosperidade econômica
- governança democrática;
- recuperação da covid-19;
- migração;
- transformação da estrutura digital;
Com o tema “construindo um futuro sustentável, resiliente e equitativo”, a edição de 2022 visa promover a democracia, abordar problemas econômicos, incentivar o uso de energia limpa, combater o aquecimento global e as mudanças climáticas, além de falar sobre as transformações digitais e a recuperação da pandemia. Outro foco do encontro é a adoção de um pacto migratório com “divisão de responsabilidades” entre as nações a fim de combater a migração ilegal, um dos principais problemas para o governo norte-americano.
Outro foco do encontro é a adoção de um pacto migratório com “divisão de responsabilidades” entre as nações a fim de combater a migração ilegal, um dos principais problemas para o governo norte-americano.
Redação Portal CINCO
