Manifestantes exibem imagens nos celulares do líder supremo do Irão, Ayatollah Khamenei, em Teerã
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A mesma publicação que em 2015 foi alvo de um atentado por publicar caricaturas de Maomé, está novamente no centro da polémica, após ter manifestado apoio aos opositores do regime iraniano, incluindo na edição desenhos pornográficos do líder político e religioso do Irã.


Também o governo iraniano já reagiu e com ameaças, lembrando o governo francês e os trabalhadores do Charlie Hebdo do ataque sofrido pelo escritor Salman Rushdie, por escrever sobre o que os fundamentalistas consideram uma afronta contra o Islã.
Com informações da EURONEWS
