Aliado do presidente Lula, parlamentar amazonense é criticado por não subscrever comissão que visa apurar esquema bilionário no órgão previdenciário.
Bolsonaro passou cirurgia intestinal e estava em recuperação no dia 13 de abril. O ex-presidente deixa o Hospital DF Star, em Brasília após evolução clínica positiva e suspensão da nutrição endovenosa.
Projeto iniciado em seu governo consumiu mais de R$ 50 milhões e nunca foi concluído; população vê nova promessa como oportunismo eleitoral às vésperas de 2026.
Lula se acomoda ao enfraquecimento do Executivo e à perda de controle do governo. A ineficiência esta explicitada e grupos políticos aproveitam para controlar espaços perdidos pelo governo.
Sem maioria parlamentar, presidente não tem força política nem sustentação popular para confrontar o grupo que dá as cartas no Congresso.
O anúncio de pré-candidatura reacende debates sobre o histórico de sua gestão à frente do Executivo estadual entre 2010 e 2014, entre eles, a "Cidade Universitária" que nunca foi entregue. O governo de Omar foi marcado por graves suspeitas de corrupção.
MEC inflou dados que deveriam apontar melhora na qualidade de conexão de escolas à internet prometida por Lula. Dados com base em medidor oficial apontam que 49,2% das unidades têm velocidade de conexão adequada, mas balanço do MEC eleva percentual para 60%; pasta diz que problemas no uso do medidor levaram governo a usar outras fontes de informação.
Renato Júnior rebateu acusações na própria publicação do vereador. "Já existe um cronograma já consolidado da Seminf."
Um decreto recente do Ministério da Educação (MEC) do governo Lula suprimiu todas as menções ao uso de “evidências científicas” ao tratar sobre a recomposição de aprendizagem educacional no pós-pandemia de Covid-19. O termo, que aparecia três vezes no texto anterior — editado durante o governo Bolsonaro —, foi totalmente retirado da nova versão, publicada em fevereiro.
O ministro Sidônio Palmeira, que comanda a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, culpou a “herança” deixada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como uma das culpadas pela queda da popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).