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Hora de abrir a caixa-preta: Ongs ambientalistas instaladas na Amazônia na mira do Senado.

Na segunda-feira (12), o Senado Federal aprovou a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa investigar a atuação das ONGs ambientalistas na Amazônia. Essa iniciativa tem como objetivo auditar e esclarecer as atividades realizadas por essas organizações no meio da floresta, questionando porque elas recebem dinheiro, de quem recebem dinheiro, qual a finalidade e o destino dado a esses recursos públicos?


A CPI busca abrir a “caixa preta” das ONGs que têm prejudicado o desenvolvimento das cidades na região amazônica e essa investigação se torna necessária para separar ongs sérias daquelas com interesses obscuros, além de fornecer uma análise transparente das atividades dessas ONGs, visando esclarecer os questionamentos levantados pela sociedade. A CPI quer trazer à tona informações detalhadas sobre o financiamento das organizações, suas ações, bem como avaliar o impacto dessas atividades no desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Nos últimos anos, temos observado a atuação de organizações tanto internacionais quanto locais que têm buscado a todo custo prejudicar a implementação de projetos já aprovados, como é o caso da disputa judicial recente de ongs contra o projeto de exploração de gás no Amazonas.

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Foto: reprodução

Enquanto empresas sérias tem se comprometido com o progresso socioeconômico e a preservação ambiental do Amazonas, reafirmando seu empenho em promover a exploração responsável de recursos naturais, como o petróleo, potássio, gás e outros recursos naturais (sempre respeitando a legislação ambiental) visando impulsionar o desenvolvimento sustentável da região, organizações tem declarado abertamente seus objetivos em acabar com o desenvolvimento regional e melhoria da vida das pessoas do interior, manifestando-se contrárias a qualquer novo investimento em recursos naturais no Amazonas.

Mas qual o verdadeiro interesse por trás dessas organizações, considerando que se trata de algo que, comprovadamente, irá assegurar nossa floresta em pé e trará melhorias para a vida da população do interior e de todo o estado do Amazonas?

As preocupações em relação ao financiamento desconhecido de ongs levantam questionamentos sobre possíveis interesses estrangeiros em impedir a soberania energética do Brasil e do Amazonas.

Organizações que evidenciam uma falta de profundo conhecimento da região amazônica e compromisso com seu desenvolvimento sustentável, que utilizam de estratégias questionáveis, como notícias falsas e a cultura do medo, principalmente entre aqueles com menos acesso à informação, que apresentam argumentos sensacionalistas, sem fatos embasados, precisam ser fiscalizadas a fundo para averiguar o real interesse de investidores americanos por trás de tudo isso.

É curioso observar que tem ongs desesperadas para conseguir bloquear o desenvolvimento socioeconômico de regiões amazônicas, questionando métodos de produção amplamente adotados no país de origem de seus financiadores. O que está por trás dessa abordagem na nossa região?

Vale salientar também que alguns membros da diretoria dessas mesmas organizações, estiveram envolvidos em acusações de sabotagem da produção de gás natural na Argentina por interesses políticos e benefícios pessoais. Embora tenham sido desligados da organização, é relevante notar que eles ainda atuam em “ONGs irmãs” no Brasil.

Outra organização ambiental nunca regularizada, cheia de dívidas, com estrutura abandonada, que afirma defender os interesses dos indígenas numa região, onde não existem terras indígenas registradas, segundo dados oficiais da FUNAI, tem tentado a todo custo enganar a justiça por meio de ações civis públicas, com alegações falsas de que existem impactos sobre terras indígenas.

Foto: reprodução

O que causa estranheza é o fato de uma associação sem regularização, ou seja, sem legitimidade para representar os interesses dos indígenas, agir em nome deles em uma região onde não há registros de comunidades indígenas. Essa atitude levanta sérias dúvidas sobre a má fé dessa associação, que busca enganar o sistema judicial para obter benefícios com interesses ocultos, conforme extraído numa publicação de Fabiane Vinente. Em seu tweet, ela compartilhou uma conversa com Jonas Mura, na qual ele declara que seu único interesse é uma “compensação financeira”. Isso sugere que o dinheiro está sendo colocado acima de qualquer preocupação com a preservação ambiental.

Surpreendentemente não há nenhuma área oficialmente reconhecida pela FUNAI para o povo Mura. Além disso, é importante destacar que Jonas Mura, na Ação Civil Pública, declara seu endereço em uma comunidade localizada há quase 40 km de distância da área mapeada do empreendimento em processo de licenciamento. Isso indica claramente que essa área está fora da delimitação oficial de qualquer empreendimento que possa impactar a vida dessas “comunidades indígenas”.

Diante de todas essas informações reveladoras, é essencial refletir sobre a razão por trás do intenso foco e da oposição da exploração de gás na região Amazônica, onde se busca promover o desenvolvimento sustentável, o crescimento socioeconômico, a geração de empregos e a responsabilidade social. Isso sim, claramente, é preconceito. É puro desprezo pelo povo do interior do Amazonas.

É inegável que vivemos em uma era crítica, na qual os desafios ambientais e socioeconômicos demandam soluções inovadoras e corajosas. No entanto, devemos lembrar que a busca pelo progresso não precisa ser incompatível com a preservação ambiental e o bem-estar das comunidades locais.

A população amazonense acredita firmemente que é possível conciliar o crescimento econômico com a proteção do meio ambiente. Essa conciliação requer o estabelecimento de práticas responsáveis, adoção de tecnologias limpas, investimentos em energias renováveis e respeito às comunidades locais e seus modos de vida.

Não podemos permitir que o medo e a desinformação nos impeçam de avançar rumo a um futuro próspero. Precisamos encontrar um equilíbrio entre as necessidades da sociedade e a preservação do nosso rico patrimônio natural.

Portanto, é hora de abraçarmos uma abordagem consciente e coletiva, em que governos, empresas, organizações e indivíduos se unam em prol de um desenvolvimento verdadeiramente sustentável, sem interesses particulares ou vantagens ocultas.  Somente assim seremos capazes de oferecer oportunidades dignas e um legado positivo para as gerações presentes e futuras, em busca de um futuro em que a prosperidade seja alcançada sem comprometer nosso meio ambiente e nossos valores mais preciosos.

O momento é agora. É hora de agir, com determinação e visão, para construir um mundo melhor para todos.