- Foto: Repodução Google Maps
O governo federal decidiu nesta quarta-feira (16) que o horário de verão não será adotado em 2024. A medida, que adianta os relógios em uma hora, foi suspensa em 2019 e sua volta era aguardada por especialistas do setor elétrico, que veem na prática uma forma de economizar energia e reduzir a pressão sobre os reservatórios.
A decisão de não adotar o horário de verão neste ano se baseia na melhora recente nas condições hídricas do país, segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. No entanto, o governo deixará a porta aberta para uma possível retomada da medida em 2025, após uma avaliação mais aprofundada.
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O horário de verão costuma ser adotado entre outubro e março e tem como objetivo aproveitar melhor a luz do sol, reduzindo o consumo de energia elétrica, principalmente nos horários de pico. A medida também contribui para o aproveitamento de fontes renováveis como a solar e a eólica.
Apesar dos benefícios, a eficácia do horário de verão tem sido questionada nos últimos anos, com estudos apontando para uma redução da sua efetividade em economizar energia. Além disso, a medida gera impactos em diversos setores da economia, como o transporte e o comércio, o que exige um planejamento cuidadoso para sua implementação.
A decisão do governo de não adotar o horário de verão em 2024 reacende o debate sobre a necessidade e a viabilidade da medida no Brasil. Especialistas e autoridades do setor elétrico continuarão acompanhando a evolução do cenário energético do país para tomar decisões futuras sobre o tema.

