Internacional

Metaverso já traz lucro para start-ups brasileiras


Especialistas de diferentes áreas comentam a atuação das empresas brasileiras diante do novo mundo virtual.

Que o metaverso é uma das principais tendências de 2022 quando falamos de tecnologia, não é novidade para ninguém. O ambiente virtual imersivo já é uma realidade que, aos poucos, está conquistando seu espaço no mundo das novidades tecnológicas.

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A corrida por um lugar ao sol no metaverso não mobiliza apenas as gigantes da tecnologia. Empresas de diferentes portes e mais de 130 companhias brasileiras já fazem dinheiro com inserções em realidade virtual e aumentada e outras inovações dessa evolução da internet.

Segundo relatório do Citi, até 2030, as empresas que atuam nesta seara vão movimentar entre US$ 8 trilhões e US$ 13 trilhões globalmente.

No Brasil, existem 138 empresas que já trabalham voltadas para a nova fronteira da internet. Metade delas é formada por start-ups. Empreendedores afirmam que já estão lucrando nessa área.

Gigantes internacionais como Facebook, Nvidia e Nike já apostam nesse mercado por meio de investimentos em plataformas digitais que permitem a criação de avatares 3D, espaços colaborativos para construção de metaversos e novas tecnologias para games, por exemplo. No território nacional, o Banco do Brasil também lançou uma experiência virtual dentro do servidor do game GTA, por exemplo.

Para o executivo, o que está provado até agora, porém, é a monetização deste mercado, onde se vê necessário a criação de uma carteira para armazenar os ativos, e assim a carteira de custódia própria da Bitfy entra no metaverso como realizadora. Todas as compras neste mundo de realidade virtual são efetuadas através de uma NFT (moeda que circula no metaverso como meio de pagamento), obtida através de uma criptomoeda (geralmente o Ethereum), que posteriormente se transforma no objeto de desejo do usuário.

Já no mercado da telecomunicação, Jotta Fernandes – CXO da mobtech Veek –, entende que o papel das operadoras digitais é conectar o brasileiro de forma simples e acessível, utilizando a tecnologia 5G para tornar esse cenário possível.  “Junto a outras operadoras, a Veek trabalha para preparar o caminho desta tecnologia, já de olhos no futuro, enquanto observamos institutos chineses começarem os testes em redes 6G, alcançando a velocidade fantástica de mais de 200 gigabytes por segundo”, defende.

Quem atua no segmento tem feito forte investimento em pesquisa e desenvolvimento e contratação de mão de obra. Além do investimento constante, algumas start-ups investem também no compartilhamento de informações sobre o metaverso, com workshops para quem ainda busca entender melhor como vai funcionar a integração entre físico e digital.

Redação: Portal CINCO