
Hamas não quer a paz: terroristas inventam nova desculpa para prolongar guerra – Foto: Reprodução
Nos últimos anos, o número de conflitos armados ao redor do mundo tem crescido de forma alarmante. Em 2025, mais de 120 conflitos afetaram diferentes regiões, gerando um aumento significativo no número de vítimas civis e danos à infraestrutura. Regiões como Gaza, Ucrânia, República Democrática do Congo, Sudão, Mianmar, Etiópia, entre outras, enfrentam uma escalada de violência, com civis sendo frequentemente alvos diretos de ataques.
A violência em conflitos tem levado a uma tragédia humanitária crescente. Em 2024, o número de pessoas deslocadas forçadamente ultrapassou 122 milhões, marcando um aumento de 5% em relação ao ano anterior. Além disso, a ONU relatou que as mortes de civis aumentaram em 40%, com quase 50.000 vítimas em 2023. Mulheres e crianças têm sido as principais vítimas, com suas taxas de mortalidade sendo quatro vezes maiores em comparação com os dois anos anteriores.
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O Trauma Psicológico como Resultado da Violência
A violência de conflitos armados não afeta apenas o corpo, mas também a saúde mental das vítimas. Estudos em países como Ruanda, Camboja, Sudão do Sul e outros, demonstram que uma grande porcentagem da população afetada por conflitos sofre de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Esses transtornos afetam não apenas os sobreviventes diretos, mas também têm impactos intergeracionais, com crianças e jovens em situações de conflito sendo particularmente vulneráveis.

A violência de conflitos armados não afeta apenas o corpo, mas também a saúde mental das vítimas – Foto: Reprodução
O trauma psicológico pode alterar profundamente a capacidade das comunidades afetadas de se recuperar e reconstruir. Pesquisas indicam que pessoas com TEPT tendem a ter uma visão negativa da justiça e das formas pacíficas de resolução de conflitos. Além disso, essas comunidades têm maior propensão a buscar vingança, o que mina os esforços de construção da paz.
O Impacto Intergeracional do Trauma
O efeito do trauma psicológico em crianças e jovens que vivem em contextos de guerra é ainda mais grave. O trauma pode alterar a forma como essas crianças se relacionam com o mundo, tornando-as mais propensas a comportamentos agressivos e com dificuldades para desenvolver empatia. Essas mudanças podem se refletir ao longo de suas vidas e afetar as futuras gerações. O ciclo de violência gerado pelo trauma pode, assim, ser perpetuado, prejudicando os esforços de paz a longo prazo.

Entre mortos e feridos: 90% da população de Gaza foi deslocada e a maioria que ficou vive em condições de medo extremo – Foto: Reprodução
Como a Construção da Paz Está Enfrentando Esse Desafio?
A ONU tem reconhecido a importância da saúde mental e do apoio psicossocial (SMAPS) no processo de construção da paz. A Assembleia Geral da ONU, em 2023, adotou uma resolução que incentiva os Estados-membros a incluir essas questões em planos de emergência, especialmente em relação aos traumas causados por conflitos armados. Apesar disso, a atenção ao tema dentro da arquitetura de construção da paz da ONU ainda é marginal, com questões como financiamento e desenvolvimento recebendo mais foco.
No entanto, muitos atores locais têm trabalhado arduamente para integrar o apoio psicossocial nas suas iniciativas de reconciliação e reconstrução. Em países como o Sri Lanka, Nepal e Iraque, organizações de base têm se empenhado em integrar programas de SMAPS às iniciativas de justiça transicional, apoio aos meios de subsistência e educação, reconhecendo que a paz sustentável só é possível quando as feridas emocionais e psicológicas das comunidades são tratadas.
O Papel da Comunidade Internacional na Integração da Saúde Mental nas Iniciativas de Paz
Embora os esforços de base sejam cruciais, a comunidade internacional também tem um papel importante a desempenhar. O financiamento é uma área crítica, pois muitos programas de SMAPS ainda são subfinanciados. A ONU e outras organizações internacionais devem agir como facilitadoras do aprendizado inter-regional, promovendo a troca de boas práticas e apoiando iniciativas locais com recursos e expertise.
A integração da saúde mental nas iniciativas de construção da paz não é apenas uma questão de fornecer apoio psicológico. É necessário criar abordagens holísticas que atendam às necessidades emocionais, sociais e físicas das comunidades afetadas por conflitos. Isso inclui, por exemplo, assegurar que as iniciativas de justiça transicional ou apoio a vítimas de violência não tragam mais danos ao reviver experiências traumáticas, e garantir que programas de subsistência sejam acompanhados de suporte psicológico adequado.
A Necessidade de uma Abordagem Integrada para a Paz Sustentável
A paz duradoura não pode ser alcançada sem considerar os efeitos psicológicos da guerra. Traumas não tratados podem criar um ciclo de violência intergeracional que comprometerá os esforços de reconciliação e construção de uma sociedade pacífica. Por isso, é essencial que as iniciativas de construção da paz integrem as necessidades de saúde mental e apoio psicossocial, não apenas como uma resposta às consequências da violência, mas como um elemento central para garantir a viabilidade e a sustentabilidade da paz em longo prazo.

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Conflitos desde a Guerra da Ucrânia (2022 – 2025)
1. Guerra da Ucrânia e a Invasão Russa (2022 – presente)
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Início: Fevereiro de 2022 – A Rússia invade a Ucrânia, iniciando um dos conflitos mais devastadores da Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
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Causas: A expansão da OTAN e a proximidade da Ucrânia com a aliança ocidental, além da rivalidade histórica entre Rússia e Ucrânia. A Rússia também se opôs à crescente busca de soberania da Ucrânia e à sua orientação pró-Ocidente.
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Efeitos:
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Humanitário: Milhões de refugiados e deslocados internos. A ONU estima que mais de 8 milhões de ucranianos fugiram para países vizinhos.
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Civis: Aumento de mortes de civis, com quase 50.000 mortes até 2023. Destruição maciça de infraestrutura civil.
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Geopolítico: Divisão geopolítica crescente entre a Rússia e o Ocidente. A União Europeia e os EUA impuseram sanções econômicas à Rússia, exacerbando a crise econômica global, especialmente em setores de energia e alimentos.
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Saúde Mental: Aumento de transtornos como TEPT, especialmente entre mulheres e crianças. O impacto psicológico de ataques constantes e a perda de entes queridos são devastadores.
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2. Conflito no Oriente Médio: Guerra Civil na Síria (2011 – presente)
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Causas: Protests contra o regime de Bashar al-Assad se transformaram em uma guerra civil. O conflito é alimentado por disputas sectárias, a intervenção de potências externas (Rússia e Irã apoiando Assad, EUA e aliados apoiando rebeldes) e a ascensão do ISIS.
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Efeitos:
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Humanitário: Mais de 500.000 mortos e milhões de deslocados internos e externos.
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Civis: O uso de armas químicas e ataques a civis resultaram em grandes massacres.
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Geopolítico: A presença de forças estrangeiras como os EUA, Irã e Rússia continua a exacerbar as tensões regionais.
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Saúde Mental: O país enfrenta um aumento significativo de TEPT, especialmente entre as crianças, cujas vidas foram profundamente afetadas pela guerra.
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3. Crise em Mianmar (2021 – presente)
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Causas: Golpe militar em 2021 derrubou o governo democraticamente eleito de Aung San Suu Kyi, levando a uma repressão violenta contra manifestantes e minorias étnicas.
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Efeitos:
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Humanitário: Milhares de mortos e dezenas de milhares de deslocados internos.
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Civis: Ataques a civis, especialmente nas regiões de Rakhine e Chin, onde grupos étnicos enfrentam massacres.
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Geopolítico: A repressão ao movimento democrático e a relação crescente com a China aumentaram o isolamento político de Mianmar.
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Saúde Mental: O trauma psicológico entre os civis é imenso, especialmente entre os jovens que vivenciam a repressão violenta.
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4. Conflito no Tigré, Etiópia (2020 – 2022)
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Causas: Tensões políticas e étnicas entre o governo etíope e o governo regional do Tigré, culminando em um conflito armado. A intervenção de potências estrangeiras e da Eritreia complicou ainda mais a situação.
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Efeitos:
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Humanitário: Cerca de 400.000 mortos e milhões de deslocados.
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Civis: Violência contra civis, incluindo estupros em massa e massacres.
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Geopolítico: A guerra exacerbou as tensões entre a Etiópia e Eritreia, com o impacto da intervenção militar internacional.
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Saúde Mental: A população enfrenta níveis elevados de TEPT, especialmente entre mulheres e crianças vítimas de violência sexual e deslocamento forçado.
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5. Conflito no Iémen (2014 – presente)
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Causas: Luta pelo poder entre o governo do Iémen, apoiado pela Arábia Saudita, e os rebeldes Houthi, apoiados pelo Irã. O conflito se intensificou com a intervenção militar da Arábia Saudita.
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Efeitos:
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Humanitário: Mais de 250.000 mortos, com milhões de pessoas afetadas por fome e doenças.
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Civis: O Iémen vive uma das piores crises humanitárias do mundo, com ataques indiscriminados a civis e infraestrutura.
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Geopolítico: O conflito é um reflexo da rivalidade regional entre a Arábia Saudita e o Irã.
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Saúde Mental: Altos índices de TEPT entre os civis, além de uma geração de crianças traumatizadas pela guerra.
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6. Conflito Israel-Palestina (1948 – presente)
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Causas: Disputa territorial e religiosa entre israelenses e palestinos, com a questão de Jerusalém como um dos pontos mais delicados.
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Efeitos:
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Humanitário: Conflitos recorrentes resultam em milhares de mortes e destruição de infraestrutura, especialmente na Faixa de Gaza.
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Civis: Ataques aéreos e bombardeios afetam desproporcionalmente civis palestinos, resultando em mortes e traumatismos.
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Geopolítico: A disputa sobre o status de Jerusalém e a expansão de assentamentos israelenses alimentam a tensão na região.
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Saúde Mental: Crianças e adultos em Gaza e em outras áreas afetadas enfrentam altos níveis de trauma psicológico e estresse pós-traumático.
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7. Conflito Venezuela x Guiana (2004 – presente)
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Causas: Disputa territorial entre a Venezuela e a Guiana sobre a região rica em recursos naturais de Essequibo. A Venezuela reivindica o território desde o século XIX, alegando que o acordo de fronteira com a Guiana, estabelecido pela Grã-Bretanha em 1899, é inválido.
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Efeitos:
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Geopolítico: O conflito tem sido um ponto de tensão em relação ao controle de recursos naturais, incluindo petróleo e gás. A disputa foi exacerbada pela crescente exploração desses recursos na região.
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Diplomacia Internacional: A disputa foi levada à Corte Internacional de Justiça (CIJ), que, em 2020, determinou que a fronteira seguisse os termos do acordo de 1899. A Venezuela se recusou a aceitar a decisão, aumentando as tensões regionais.
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Saúde Mental: Embora o conflito seja mais diplomático, a crescente militarização da fronteira e as incertezas sobre o futuro territorial afetam psicologicamente as populações locais, especialmente nas regiões fronteiriças, criando uma sensação de insegurança prolongada.
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8. Conflito EUA x Venezuela (2000 – presente)
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Causas: O conflito é principalmente diplomático e econômico, com raízes na oposição dos EUA ao regime autoritário de Hugo Chávez (e depois Nicolás Maduro) e nas tensões sobre a independência econômica da Venezuela, especialmente em relação às suas reservas de petróleo.
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Efeitos:
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Econômico: Sanções econômicas severas impostas pelos EUA desde 2015, afetando gravemente a economia da Venezuela e exacerbando uma crise humanitária que já estava em curso devido à má gestão interna e à queda dos preços do petróleo.
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Humanitário: A escassez de alimentos, medicamentos e bens essenciais levou a um grande êxodo de venezuelanos. A ONU estima que mais de 7 milhões de venezuelanos fugiram do país desde o início da crise, criando uma das maiores crises de refugiados da América Latina.
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Saúde Mental: A pressão da crise econômica e as tensões políticas aumentam os níveis de estresse, ansiedade e depressão entre a população, especialmente em grupos vulneráveis como crianças e idosos. O êxodo forçado também causa traumas psicológicos significativos entre os migrantes venezuelanos.
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Geopolítico: As tensões entre os EUA e a Venezuela se refletem nas políticas de outros países latino-americanos, criando alianças regionais contra e a favor da Venezuela. A polarização também afeta as relações comerciais e diplomáticas em toda a América Latina.
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O Efeito Global dos Conflitos Armados
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Aumento das Deslocações Forçadas: O número de refugiados e deslocados internos atingiu números recordes, com mais de 122 milhões de pessoas deslocadas em 2024.
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Impactos Psicológicos: O trauma da guerra, como o TEPT, afeta principalmente crianças e mulheres, com consequências de longo prazo para a saúde mental.
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Implicações Geopolíticas: A crescente polarização entre potências globais e regionais, exemplificada pela guerra da Ucrânia, aumenta as tensões internacionais.
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Desafios para a Paz Sustentável: A construção da paz em países devastados por conflitos exige não apenas a reconstrução física, mas também um enfoque profundo na recuperação psicológica das populações afetadas.
