“Quando estive em Itália, pedi assistência num museu, há muitos anos, mas não consegui obtê-la porque não podia provar a minha condição. Nessa altura, eu não usava cadeira de rodas, andava com uma bengala. Felizmente, a pessoa dispôs-se a arranjar-me uma trotinete elétrica para que eu pudesse visitar o museu”, recorda Pierre Gyselinck, utilizador deste cartão, numa entrevista à euronews.
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O Cartão Europeu de Deficiência já está disponível em oito países europeus, nos quais decorre um projeto-piloto, incluindo na Bélgica. A Comissão Europeia apresentou uma proposta, esta semana, para o alargar a todos os Estados-membros.
Os direitos em causa são acesso a acesso priviligiado e tratamento especial em várias circunstâncias, desde salas de espetáculo e transportes até parques de estacionamento.
O executivo considera que o cartão poderá incentivar mobilidade com qualidade para estes cidadãos e reduzir os custos nas deslocações nestes países.

Foto: divugação

