Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva disse que Israel comete genocídio ao matar mulheres e crianças “a pretexto” de atingir terroristas. Comunidade judaica classifica fala como irresponsável e perigosa.
De acordo com documentos obtidos pela imprensa, 112 pessoas compuseram o chamado “escalão avançado”, responsável por preparar a logística e segurança da viagem nos dois países. O grupo incluía servidores do Gabinete Pessoal da Presidência, Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Secretaria de Comunicação (Secom), Casa Civil e Itamaraty.
Ao mesmo tempo que o novo papa Leão XIV clamava por paz mundial ao lado de fiéis na Praça São Pedro, em Roma, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva participava, nesta sexta-feira (9), de um evento militar em Moscou, ao lado do presidente russo Vladimir Putin e outros líderes de regimes autoritários. A ocasião foi o desfile em comemoração aos 80 anos da vitória soviética sobre a Alemanha nazista, realizado na Praça Vermelha.
Lula participa da parada militar em Moscou nesta sexta-feira (9), ao lado de líderes de regimes autoritários como Vladimir Putin (Rússia), Nicolás Maduro (Venezuela), Xi Jinping (China) e Miguel Díaz-Canel (Cuba).
Câmara aprovou pedido de sustação de ação penal por tentativa de golpe que inclui o ex-presidente; Supremo já deu indicações de que não vai acatar decisão de deputados.
Rui Costa tem novo papel na equipe e faz road show para missões estratégicas, enquanto titular da Fazenda espera Congresso arquivar projeto da anistia e CPI do INSS para votar agenda econômica.
Aliado do presidente Lula, parlamentar amazonense é criticado por não subscrever comissão que visa apurar esquema bilionário no órgão previdenciário.
Bolsonaro passou cirurgia intestinal e estava em recuperação no dia 13 de abril. O ex-presidente deixa o Hospital DF Star, em Brasília após evolução clínica positiva e suspensão da nutrição endovenosa.
Projeto iniciado em seu governo consumiu mais de R$ 50 milhões e nunca foi concluído; população vê nova promessa como oportunismo eleitoral às vésperas de 2026.
Lula se acomoda ao enfraquecimento do Executivo e à perda de controle do governo. A ineficiência esta explicitada e grupos políticos aproveitam para controlar espaços perdidos pelo governo.