O rapper Filipe Ret é alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, nesta terça (19). A ação acontece dentro da investigação sobre a distribuição gratuita de cigarros de maconha em um show, há cerca de um mês.
A polícia cumpre cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao cantor no RJ, como a casa dele, em um prédio no Flamengo. Foram apreendidos maconha e material para enrolar cigarros. Também foi cumprido um mandado em um resort em Angra dos Reis, onde o cantor está hospedado.
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‘Open beck’
Filipe Ret gerou burburinho nas redes sociais ao compartilhar algumas cenas do seu aniversário. Durante o evento, o rapper liberou um balde lotado de cigarros de maconha para seus convidados.

As imagens circularam nas redes sociais e dividiram opiniões. Muitos simpatizantes acharam a ideia do “Open Beck” genial, outros mais críticos comentaram que isso só ocorreu sem dar caso de polícia porque foi em uma festa de ricos.
De acordo com o delegado Marcus Amin, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE), as investigações começaram após a polícia tomar conhecimento do ocorrido através da publicação nas redes. O objetivo é apurar a possível prática de tráfico de drogas.
Batida em Cuiabá
No último sábado (16), o cantor se apresentou em Cuiabá, capital de Mato Grosso. Nas redes, ele reclamou que houve atraso em seu show por conta de uma ação da polícia militar local, que revistou todo o seu camarim.
Segundo ele, os agentes foram “direto ao camarim”. O artista se preparava para se apresentar no evento É o Trap é o Funk, que foi interrompido por duas horas.
“Com aquela energia, atrasou todo o evento, esvaziou o local, infelizmente PJ Huodini e Caio Luccass, dois artistas da Nada Mal, não puderam fazer o show. Não aconteceu nada, os caras [polícia] não encontraram nada, só foram para atrasar o evento. Dois moleques super-honestos perderam os shows deles, por conta dessa mentalidade”, declarou Ret.
A Polícia Militar disse que dava apoio a uma fiscalização de poluição sonora e de extrema perturbação do sossego público, junto com outras forças de segurança e a Prefeitura de Cuiabá.
Redação Portal CINCO
