Espanha e Portugal já sofrem o impacto das vagas de calor. Em Sevilha, foi registada a primeira morte.
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Foto: reprodução
Portugal está em situação de seca e há risco de incêndios. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê que o tempo quente se mantenha ao longo dos próximos dias.
Estima-se uma temperatura máxima na ordem dos 42 graus Celsius em Évora e Beja, por exemplo, ou acima dos 30 graus em quase todos os distritos à exceção de Viana do Castelo, Porto e Aveiro.
Última semana de junho em #Portugal arranca com #calor intenso 🥵#AvisoLaranja nos distritos de #Évora, #Beja, #Faro e em áreas da #Madeira por persistência de valores muitos elevados da #temperatura máxima ⚠️🌡️.
Noites tropicais ♨️🌴 no Centro-Sul do país até quinta. pic.twitter.com/q7lfTPxXDj— Meteored | Tempo.pt (@MeteoredPT) June 26, 2023
Na cidade de Sevilha, na Espanha, os termómetros ultrapassaram ou aproximaram-se dos 40 graus Celsius, deixando a região em alerta vermelho.
Os habitantes são perentórios: dizem que é como um forno a céu aberto.
“Está muito calor, é muito opressivo, e a verdade é que o corpo não tem vontade de passar por este calor que estamos a sentir”, sublinha Paco, um trabalhador da autarquia.
Miguel Angel, trabalhador do setor da construção, acrescenta: ”há três anos atrás tive quatro insolações enquanto trabalhava. Insolações de perder a consciência. Hoje sou bastante cauteloso. Tenho receio.”
Este sábado, em Aznalcóllar, na província de Sevilha, um homem de 47 anos, com patologias prévias, morreu. De acordo com as autoridades de saúde, a morte está relacionada com o trabalho que estava a executar na quinta que possuía.
O ano passado foi o mais quente na Espanha em mais de um século. Este ano, o país já vai na quarta vaga de calor e o verão ainda agora começou.
