O presidente brasileiro iniciou, esta quinta-feira, uma visita de estado à China e começou por Xangai.
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Foto: reprodução
Na capital económica do país assistiu à tomada de posse da amiga de longa data Dilma Rousseff como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), criado pelo grupo BRICS e apoiado pela China.
O banco apresenta-se como uma alternativa ao Fundo Monetário Internacional e ao Banco Mundial, controlado maioritariamente pelos EUA e aliados ocidentais.
Dilma Rousseff disse que uma das prioridades passa por ampliar as transações nas moedas dos próprios países do bloco e descreveu o NBD como o “banco do Sul Global”, orientado para os países-membros e para os países em desenvolvimento.
“Captaremos fundos dos mais diversos mercados mundiais, em diferentes moedas, como o renmimbi, o dólar e o euro. Também tentaremos financiar projetos em divisas locais, favorecendo os mercados domésticos e diminuindo a exposição às variações cambiais”, sublinhou Dilma Rousseff.
Será, seguramente, acompanhado de perto por Washington num contexto de tensão nas relações sino-americanas.
