A poluição com o plástico chega a todas as partes do globo, até mesmo às mais remotas como praias em Spitsbergen, na Noruega, em pleno Ártico.
Had a fantastic, inspiring and fruitful #SEES , the Scientific Expedition Edgeøya Spitsbergen. Fifty excellent scientists in a collaborative action to better understand the changes the Arctic is facing. Vital work! #climate #biodiversity #pollution pic.twitter.com/pGYcMMWeXC
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— Arthur Eijs ?? ? ?? (@arthureijs) July 22, 2022
“Encontramo-las sobre os glaciares e sobre o mar de gelo aqui, e estamos muito curiosos para ver se as podemos encontrar, também, nos lagos e rios. Encontramos estas partículas nos lugares mais remotos do mundo… No entanto, as pessoas nem sequer lá chegam e isso preocupa-me”, refere o geólogo Jim Boonman.
Uma das alternativas pode passar pelos chamados bioplásticos que são produzidos por bactérias e, portanto, completamente orgânicos. Existem várias investigações sobre bioplásticos no mundo, inclusive no Brasil, onde se utilizam plantas da Amazónia como, por exemplo, a palmeira buriti.

No entanto, para os cientistas holandeses, esperam obter mais informações sobre os efeitos da poluição nos ecossistemas frágeis, a partir daquilo que trouxerem para esta expedição.
A microbiologista Janneke Krooneman diz: “Penso que vai demorar algum tempo, mas há muita investigação em curso. Espero que sejam dados passos muito grandes nos próximos anos”.

Redação Portal CINCO
Informações Euronews
