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Louvre, Versailles e Gare de Lyon evacuados “por razões de segurança”

Ministro do Interior francês garantiu que "não houve perigo real" em todas as ameaças. Porém, depois do ataque de Arras, uma linguagem firme já não é suficiente.


Após o ataque com faca numa escola secundária de Arras, no norte de França, que custou a vida a um professor, o Museu do Louvre, a Gare de Lyon e o Palácio de Versalhes foram evacuados e fechados por causa falsas ameaças terroristas.

O Palácio de Versalhes, também está sendo evacuado na tarde deste sábado (14), após um alerta de bomba, disseram fontes policiais à AFP. As ameaças de ataque também chegaram ao estação Gare de Lyon, que também foi esvaziado por questões de segurança.

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A ameaça de bomba chegou por meio de uma mensagem anônima no site moncommissariat.fr, informou à AFP uma fonte próxima ao caso, acrescentando que o monumento não reabrirá mais hoje.

Mais cedo, o Museu do Louvre também foi fechado após receber uma ameaça de bomba por escrito. Nas redes sociais, o museu comunicou que as pessoas que agendaram visitas serão reembolsadas. Ao Correio, policiais que estavam no local informaram que as passagens estão fechadas porque há um alerta terrorista.

Durante uma conferência de imprensa, o Ministro do Interior francês afirmou que “não houve perigo real” em todas estas ameaças, uma vez que não foram detetadas bombas e ninguém estava a preparar um atentado.

Foto: reprodução

“Enviamos os especialistas em deteção de explosivos depois de termos evacuado”, disse Gérald Darmanin, que afirmou que, por precaução, este é o “modus operandi” quando são recebidas ameaças”. “Detivemos imediatamente as pessoas que fazem estas chamadas”, acrescentou.

Darmanin voltou a insinuar que o atentado do Hamas contra Israel pode ter inspirado o atentado de Arras e garantiu que tentará alterar a lei para que todos os estrangeiros considerados “perigosos” possam ser expulsos sem demora.

Foto: reprodução

Perante o receio de um novo ataque , o presidente francês ordenou a mobilização de 7000 militares em todo o país até segunda-feira.

Darmanin voltou a insinuar que o atentado do Hamas contra Israel pode ter inspirado o atentado de Arras e garantiu que tentará alterar a lei para que todos os estrangeiros considerados “perigosos” possam ser expulsos sem demora.

Com agências