Indícios sugerem que, além de mensalidades associativas, sindicatos e associações estariam por trás de descontos fraudulentos de empréstimos consignados, ampliando um rombo financeiro que já assusta.
Órgão defende credibilidade do depoimento da vítima e afirma que havia provas suficientes para manter a sentença por estupro.
A força-tarefa que investiga uma das maiores fraudes já registradas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está agora voltada para uma nova e alarmante frente: os empréstimos consignados ilegais, que podem ter gerado um rombo de até R$ 90 bilhões nos cofres públicos. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) revela que, apenas em 2023, 35 mil denúncias de empréstimos indevidos foram registradas.
Manifestação silenciosa na Ponta Negra cobra mais segurança para pedestres, ciclistas e corredores.
Relatório da Controladoria Geral da União aponta que idosos vulneráveis, com dificuldade de locomoção e comunicação, eram "público-alvo".
O combate ao crime organizado é um dos problemas mais urgentes na América Latina e no Caribe, porque, entre outros motivos, dificulta o crescimento econômico. A afirmativa está no relatório do Banco Mundial. Segundo o documento, as taxas de homicídio na região "excedem demasiadamente outras observadas em qualquer outro lugar”.
A oposição obteve, na noite desta terça-feira (29), as 171 assinaturas necessárias para instalar a CPI do INSS.
Fraude na autarquia permitiu que entidades cobrassem sem autorização R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas, segundo estimativa.
A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira (29), audiência pública sobre fraudes em repasses para entidades conveniadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Discussão antiga e motivo de debates acalorados, o Sistema Nacional de Educação (SNE) pode ser votado em breve e, sendo aprovado como está, deve afetar profundamente a educação brasileira. O texto do PLP 235/2019 apresenta propostas que impõem ao Estado pautas corporativistas, criam mecanismos que impedem o controle e a participação das famílias e aumentam a centralização das decisões, em oposição à autonomia das redes de ensino.