
Foto: Reprodução/Internet
O major da Polícia Militar do Amapá Anderson Fernandes morreu após ser baleado durante uma troca de tiros na madrugada deste domingo (27), em frente a um bar localizado na Avenida Padre Júlio, em Macapá. O episódio envolveu agentes das forças de segurança que estavam de folga e terminou com a morte do oficial.
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As informações iniciais apontam que uma discussão teria antecedido o confronto. Entre os envolvidos estão policiais penais, que foram encaminhados ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do Pacoval após a ocorrência. A quantidade de agentes citada no boletim policial é de cinco policiais penais.
Ainda não está esclarecido o que provocou a discussão nem quem efetuou o disparo que atingiu fatalmente o major. A Polícia Civil investiga a ocorrência para reconstruir a sequência dos acontecimentos e individualizar a participação de cada envolvido.
Major foi atingido durante o confronto
O tiroteio ocorreu nas proximidades de um estabelecimento conhecido como Retrô Bar. Quando as equipes de segurança chegaram ao local, Anderson Fernandes já havia sido atingido pelos disparos.
O major foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Emergência de Macapá, mas não resistiu aos ferimentos. A morte foi confirmada pela unidade de saúde.
A área foi isolada para a realização da perícia pela Polícia Científica. Armas de fogo também foram apreendidas durante a ocorrência.
Cinco policiais penais são citados no boletim
O boletim policial cita cinco policiais penais entre as pessoas envolvidas na ocorrência. Eles foram encaminhados ao Ciosp do Pacoval para os procedimentos relacionados à investigação.
Apesar das informações iniciais, a dinâmica do confronto ainda não foi totalmente esclarecida. A investigação deverá determinar como a discussão começou, quem efetuou os primeiros disparos e qual foi a participação individual de cada pessoa envolvida.
Até o momento, não há confirmação oficial de quem efetuou o disparo que matou Anderson Fernandes.
Polícia Civil investiga o caso
A investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os investigadores deverão analisar depoimentos, imagens de câmeras de segurança, perícias realizadas no local e as armas apreendidas durante a ocorrência.
Esses elementos deverão ajudar a reconstruir a sequência dos acontecimentos e esclarecer as circunstâncias que levaram à troca de tiros.
Agentes estavam de folga
De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), a ocorrência envolveu agentes de segurança que estavam de folga.
A pasta lamentou a morte do major e informou que a Polícia Civil trabalha para esclarecer o caso.
Até a divulgação das primeiras informações, não havia sido apresentada uma versão oficial definitiva sobre o motivo da discussão ou sobre a autoria dos disparos.
Investigação deverá esclarecer a dinâmica
A morte de Anderson Fernandes envolve integrantes de diferentes forças de segurança pública e ocorreu durante um momento de lazer.
Por isso, a investigação deverá esclarecer uma série de pontos, entre eles o que provocou a discussão, quem iniciou a troca de tiros, quais armas foram utilizadas e quem efetuou o disparo que atingiu fatalmente o major.
Enquanto a apuração não for concluída, as informações sobre a responsabilidade individual dos envolvidos permanecem preliminares.
O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil do Amapá.
