A taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,2% no trimestre encerrado em janeiro de 2022, totalizando 12 milhões de desempregados. É a menor taxa para o período desde 2016. No entanto, em um ano, a renda do trabalhador despencou 9,7%, para R$ 2.489.
O mercado esperava que a taxa ficasse em 11,4%.
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Apesar do recuo, a renda média do trabalhador registrou queda de 1,1% ante o trimestre anterior e de quase 10% na comparação anual.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua e foram divulgados nesta sexta-feira (18), pelo IBGE.
Há 12 milhões de pessoas procurando emprego no mercado de trabalho brasileiro. Esse montante é 6,6% menor que o registrado no trimestre até outubro, o que representa 858 mil pessoas a menos sem colocação.
Em relação ao mesmo período do ano anterior, a queda é de 18,3%, representando 2,7 milhões de pessoas a menos em busca de trabalho.
O grupo de ocupados, por sua vez, teve alta de 1,6% de um trimestre para o outro, para 95,4 milhões de pessoas. O IBGE destaca o setor de comércio como o principal destaque positivo para a queda do desemprego.
MERCADO DE TRABALHO
O número de pessoas ocupadas subiu 1,6% no trimestre encerrado em janeiro contra o anterior (de agosto a outubro). O dado mostra que há 95,4 milhões de pessoas com algum tipo de trabalho. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o número de pessoas ocupadas subiu 9,4% (ou 9,2 milhões de pessoas). O nível de ocupação é de 55,3%.
O Brasil soma 34,6 milhões de trabalhadores formais. Cresceu 2% no último trimestre. Em 1 ano, aumentou 9,3%, o que corresponde 2 milhões de pessoas a mais com carteira assinada.
RENDA
O rendimento real habitual do brasileiro foi de R$ 2.489 no trimestre encerrado em janeiro. Teve redução de 1,1% frente ao trimestre anterior e de 9,7% frente ao mesmo trimestre de 2021. A massa de rendimento real habitual soma R$ 232,6 bilhões ficou estável em ambas as comparações.
Fonte: Portal CINCO
