Na Quarta-feira (08) foi um dia animado na agitada avenida Faria Lima, em São Paulo. Um grupo do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), um braço do famoso MST de B@ulos, decidiu invadir o Shopping Iguatemi para protestar “contra a fome” causada pelo “fique em casa a economia a gente vê depois” e contra B@ls@naro (esse item não podia faltar).
Pelos vídeos e fotos que circularam nas redes a manifestação foi uma festa que quebrou a rotina agitada do shopping onde estão reunidas marcas como Chanel, Hugo Boss, Empório Armani, Gucci, Louis Vuitton e muitas outras voltadas para um público que adora gastar e não dá a mínima para o preço.
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A Faria Lima é uma avenida bastante conhecida em São Paulo por abrigar filiais de inúmeras instituições, shoppings e empresas multinacionais adeptas e/ou simpáticas a Nova Ordem Mundial (NOM); às regras do ESG (Environmental, Social and Governance) sigla de um bonitinho programa internacional de sustentabilidade que hoje é praticamente obrigatório e que ao fim de tudo eliminará as pequenas empresas aumentando a concentração de poder e força na mão de muito poucos; ao globalismo, à cultura da identidade de gênero, inclusão étnica etc. Ou seja, o point dos profissionais descolados de São Paulo.

Voltando a manifestação, ao ocupar o Iguatemi, os limitantes levaram pânico aos frequentadores, lojistas e funcionários do shopping. Houve corre-corre, lojas fechando as portas temendo um arrastão.
Os manifestantes estão de parabéns. Mostraram aos lojistas e frequentadores – parte significativa deles apoiadores de ideologias de esquerda – como será o Brasil caso esta corrente política volte ao poder central. O luxo se transformará em lixo em um ano.
Para os esquerdistas perfumados e de grife da Faria Lima fica ai uma lição do que os espera lá na frente caso não mudem de lado. Já para os manifestantes a dica é: continuem ocupando esses locais. Tem ainda os shoppings Cidade Jardim, o Morumbi… Vai ser uma festa.
Por Irineu Ramos, Colunista
