Segundo a PF, os levantamentos indicam que empresas com vínculos societários, familiares e trabalhistas teriam se associado para manipular concorrências públicas, utilizando declarações falsas para obter benefícios fiscais indevidos e garantir vantagem sobre outros participantes dos certames.Também foi identificado que o grupo utilizava “laranjas” como sócios para ocultar os verdadeiros proprietários das empresas, dificultando a fiscalização e ampliando a atuação do esquema.

A R7 mantém dezenas de contratos vigentes com a Administração Pública e, na semana passada, teve um contrato desclassificado no valor de R$ 321 milhões com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. A contratação seria para atuar em 12 ministérios da Esplanada, em Brasília.