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Justiça

PREJUDICAR INTENCIONALMENTE O ENTENDIMENTO DE UMA JUÍZA: É CRIME?

A Juíza Mara Elisa, intencionalmente, foi levada ao erro: disseram que tinha terra indígena: não tem. Afirmaram ainda que o projeto era além do estado do Amazonas, o que é outra inverdade, segundo a decisão do Desembargador.


No final de semana passada, de maneira contrária ao interesse público e gerando altíssimo risco de grave lesão à ordem administrativa e à economia pública, aquela associação que falamos no começo dessa semana – ASPAC (Associação de Silves pela Preservação Ambiental e Cultura), que se autodenomina uma organização não governamental, com o objetivo principal de defender e preservar o meio ambiente – conseguiu realizar tal proeza de geração de danos coletivos.

A ASPAC – que é massa de manobra nisso tudo – mantém uma estreita relação com outra ONG (internacional), a 350.org: a mesma que foi fundada em 2008, nos Estados Unidos, com objetivo declarado de acabar com combustíveis fósseis como gás e petróleo. Mas porque a 350.org não critica a extração de gás lá nos Estados Unidos? Seria essa ONG financiada por empresas de exploração de gás…americano?

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Foto: reprodução

A Juíza Mara Elisa, intencionalmente, foi levada ao erro: disseram que tinha terra indígena: não tem. Ao checar na maior base de dados, na internet, sobre Terras Indígenas, fica claro que não existem terras indígenas em Silves ou Itapiranga: https://terrasindigenas.org.br/. Afirmaram ainda que o projeto era além do estado do Amazonas, o que é outra inverdade, segundo a decisão do Desembargador.

A decisão foi totalmente precipitada. A juíza, levada ao erro por mentiras dos autores da ação (a ASPAC e uma pessoa por nome Jonas Mura, que nem legitimidade teria já que é “representante da ASSOCIAÇÃO DOS MURA, ainda não regularizada”), agiu com excesso de zelo e causou impacto negativo na vida de centenas de milhares de pessoas em Roraima e no Amazonas.

A decisão recorrida “contraria manifesto interesse público”, mas, pelo jeito, a 350.org, a ASPAC e todos os demais por trás disso, não querem seus interesses próprios contrariados. Às favas com a coletividade!?

Ao mentir e defender interesses próprios e não coletivos, poderiam incorrer em práticas criminosas? E voltamos à questão inicial: qual o real interesse das ONG´s ambientalistas que atuam na Amazônia?

O de defender os interesses dos povos amazônicos, certamente, não o é.