Política

Amazonas

Maria do Carmo propõe transformar Tabatinga em subsede do Governo do Amazonas

Durante visita ao Alto Solimões, pré-candidata defende divisão administrativa do Estado e anuncia projeto de desenvolvimento regional voltado à autossuficiência na produção de alimentos.


Em visita a Tabatinga, no Alto Solimões, a pré-candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL), apresentou uma das principais propostas que pretende levar para o debate eleitoral de 2026: transformar o município em uma subsede administrativa do Estado. A iniciativa, segundo ela, ampliaria a presença governamental no interior e melhoraria a resposta às demandas das regiões mais distantes da capital.

Continua depois da Publicidade

Maria do Carmo explicou que o plano de governo em construção será dividido em dois eixos — um para Manaus e outro para o interior. A ideia é organizar o Amazonas em cinco grandes regiões, cada uma com uma subsede do Executivo estadual.
“Queremos um governo mais próximo das pessoas. Por isso, estamos estudando a criação dessas subsedes, que permitirão uma atuação mais eficiente e integrada no interior”, afirmou.

A pré-candidata adiantou ainda que o projeto inclui um programa de desenvolvimento regional para fortalecer a produção de alimentos e reduzir a dependência externa. “Vamos mostrar que o Amazonas também é agro e criar novas oportunidades para nossa gente”, declarou.

Escuta no interior

Com foco nas Eleições 2026, Maria do Carmo iniciou um roteiro de viagens por diversos municípios para ouvir lideranças e moradores locais. Ela destaca que a candidatura será construída “com escuta, cuidado e muito trabalho”.
“Estamos em uma imersão para entender os problemas enfrentados principalmente pelas populações mais carentes e isoladas. São essas pessoas que precisam ser protagonistas desse processo”, disse.

Agenda no Alto Solimões

Durante três dias no Alto Solimões, a pré-candidata cumpriu uma série de reuniões em Tabatinga e Benjamin Constant. Ela conversou com produtores rurais, comerciantes e lideranças indígenas, que relataram dificuldades como a falta de investimento no setor primário e os impactos da estiagem.


Com a descida dos rios, pequenas embarcações não conseguem chegar ao porto, obrigando o uso de canoas para transporte adicional, o que aumenta custos e reduz a oferta de produtos.

Fotos: Thiago Poncio / Assessoria MC

Assessoria de Imprensa
Alita Falcão – (92) 99152-0446
[email protected]