A operação de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado realizada pelo Governo do Rio de Janeiro, na última terça-feira (28), repercutiu em todo o país e reacendeu o debate sobre o domínio das facções criminosas. Para a pré-candidata ao Governo do Amazonas, professora Maria do Carmo (PL), a ação foi um exemplo de que o enfrentamento direto pode enfraquecer o poder do crime.
“A operação no Rio foi um recado claro: quando o Estado age com firmeza, o crime morre”, afirmou Maria do Carmo.
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A pré-candidata parabenizou a iniciativa das forças de segurança fluminenses e criticou a postura do governo federal em relação ao tema. Segundo ela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem adotado um discurso “de condescendência” com o narcotráfico.
“O governo federal continua tratando traficante como vítima. O próprio Lula já disse que o ‘traficante é vítima da sociedade’. Isso é um absurdo”, declarou.
Maria do Carmo também fez críticas à situação da segurança pública no Amazonas, destacando o avanço das facções criminosas no Estado.
“Aqui no Amazonas, nós sabemos o preço que pagamos depois que o crime organizado se instalou. Facções estão tentando transformar nossas cidades e comunidades em território deles”, denunciou.
A pré-candidata reforçou que pretende adotar uma política de “tolerância zero” contra o crime, caso eleita.
“Segurança não se negocia. O povo quer ordem, respeito e coragem para enfrentar o crime. Quer andar nas ruas com liberdade e segurança. É isso que vamos garantir: segurança para o cidadão, não para o bandido”, concluiu.
O posicionamento completo foi publicado no perfil oficial da professora Maria do Carmo (@mariadocarmoseffair) no Instagram.
Foto: Assessoria Maria do Carmo
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