Proposta cria teto para subsídios da conta de luz e abre mercado de energia para todos os consumidores, mas prorrogação de usinas a carvão expõe contradição do Brasil entre modernização do setor e retrocesso ambiental às vésperas da COP30.
Com um legado de realização no Amazonas, estando à frente do resgate histórico do hotel Tropical e da Santa Casa de Misericórdia, a pré-candidata ao governo Professora Maria do Carmo (PL) falou em entrevista nesta quinta-feira, 30/10, porque decidiu sair da vida empresarial para entrar na política. “Indignação, o desejo de mudança e a vontade de construir um futuro melhor”.
Empresária, reitora e advogada, a pré-candidata ao governo Professora Maria do Carmo (PL) já é considerada a opção de mudança na política amazonense, contra grupos que estão há anos no poder sem melhorar a vida da população. Em vídeo publicado em suas redes sociais nesta quinta-feira, 30/10, a pré-candidata mandou um recado direto aos seus adversários.
Ministério Público aponta ausência de critérios técnicos e falta de transparência na validação de autodeclarações raciais e indígenas no certame conduzido pela FGV.
Relatório revela que forças de segurança sabiam do vazamento quatro horas antes da ação que terminou com 121 mortos; STF acompanha o caso e cobra explicações sobre a letalidade.
Segundo artigo publicado no Estadão, texto do senador beneficia grupos ligados ao gás e ao carvão, além de alterar regras que podem impactar dividendos da Petrobras e favorecer refinaria no Amazonas.
Decisão judicial que autorizou a Operação Contenção revela domínio de facção em ao menos 12 comunidades da zona norte e casos de tortura registrados em vídeo.
Ministro Alexandre de Moraes exige relatório completo sobre ação que deixou mais de 130 mortos. Especialistas apontam que decisões anteriores do Supremo, na ADPF das Favelas, contribuíram para o avanço do crime organizado nas comunidades.
Forças de segurança mobilizam 2,5 mil agentes nos complexos do Alemão e da Penha em ofensiva contra o Comando Vermelho (CV).
Pré-candidata ao Governo do Amazonas afirma que "quando o Estado age com firmeza, o crime morre" e critica omissão das autoridades locais no combate às facções.