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Netanyahu defende a luta contra o terrorismo e reafirma a segurança de Israel na ONU

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro de Israel destacou os esforços do país para garantir a paz e a segurança no Oriente Médio, repudiando ataques terroristas e reforçando o compromisso com a estabilidade regional.


Benjamin Netanyahu em discurso na ONU 26/9/2025 – Foto: Jeenah Moon/REUTERS

No último discurso na Assembleia Geral da ONU, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, utilizou a tribuna para reiterar o compromisso do país com a segurança e estabilidade do Oriente Médio, defendendo ações mais firmes contra o terrorismo global. Em um pronunciamento que enfatizou a importância de ações decisivas contra as ameaças terroristas, Netanyahu destacou a postura de Israel como uma nação comprometida com a defesa de seus cidadãos e com a paz duradoura na região.

O líder israelense apontou que as nações do mundo devem se unir para combater a crescente ameaça do extremismo e do terrorismo, reafirmando que Israel continuará a tomar medidas necessárias para garantir a proteção de seus cidadãos frente a grupos como o Hamas e o Hezbollah. “A paz só pode ser alcançada quando os regimes que promovem o terrorismo são desmantelados”, afirmou.

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Além disso, Netanyahu ressaltou as inovações tecnológicas e os avanços de Israel em áreas como cibersegurança, ciência e medicina, afirmando que o país está empenhado em contribuir para o progresso global. Seu discurso também reforçou a importância de preservar a democracia e os direitos humanos, colocando Israel como um bastião de valores ocidentais no Oriente Médio.

A fala do primeiro-ministro também foi marcada por um apelo à comunidade internacional para que condene mais veementemente os atos de terror e defenda a soberania de Israel, especialmente diante das crescentes ameaças de grupos e Estados que visam a desestabilização da região.

Com um tom firme, Netanyahu concluiu seu discurso com uma mensagem clara: a segurança de Israel não está à venda, e a luta pela liberdade e pela paz é uma missão contínua que exige não apenas coragem, mas também o apoio e a ação decisiva da comunidade global.

No discurso de Benjamin Netanyahu na Assembleia Geral da ONU, alguns países demonstraram descontentamento com sua presença e optaram por se retirar do plenário durante sua fala. Esses atos simbólicos foram uma forma de protesto contra as políticas do governo israelense, especialmente em relação à situação no Oriente Médio e ao tratamento da Palestina.

Delegações da maioria dos países, deixaram o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira (26/9) com a chegada do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para discursar – Foto: Reprodução/ONU

Entre as delegações que abandonaram o plenário estavam

  1. Arábia Saudita – Historicamente, o reino tem sido crítico das políticas de Israel em relação aos palestinos e, embora não tenha relações diplomáticas diretas com o Estado de Israel, demonstrou seu descontentamento com a presença de Netanyahu na ONU.

  2. Irã – O governo iraniano, que tem uma relação tensa com Israel, também se retirou como sinal de protesto. O Irã tem criticado veementemente as ações de Israel no Oriente Médio e a ocupação dos territórios palestinos.

  3. Turquia – Sob a liderança do presidente Recep Tayyip Erdoğan, a Turquia tem sido uma voz crítica contra as políticas de Israel, especialmente em relação aos direitos dos palestinos. A delegação turca decidiu se retirar durante o discurso de Netanyahu.

Outros países, como África do Sul e Brasil, que têm adotado posturas críticas em relação a Israel em certos momentos, também podem ter demonstrado apoio aos protestos, embora não haja confirmação oficial de que as delegações desses países tenham se retirado especificamente.

Por outro lado, várias delegações ficaram para ouvir o discurso de Netanyahu, reconhecendo a importância de sua fala em um evento global como a Assembleia Geral da ONU. Entre as delegações que permaneceram estavam:

  1. Estados Unidos – Como principal aliado de Israel, a delegação americana permaneceu no plenário para ouvir o discurso, com destaque para o apoio contínuo dos EUA às políticas de segurança de Israel.

  2. União Europeia – Embora alguns países da União Europeia possam ter posições divergentes sobre a política israelense, a maioria das delegações da UE ficou para ouvir o primeiro-ministro de Israel, refletindo a diplomacia cautelosa da região.

  3. Canadá – Com uma postura geralmente favorável a Israel, o Canadá ficou no plenário, demonstrando seu compromisso com a segurança e os direitos de Israel.

  4. Austrália – Outro aliado de longa data de Israel, a delegação australiana ficou para assistir ao discurso.

O ato de deixar o plenário ou permanecer para ouvir o discurso de Netanyahu foi amplamente interpretado como um reflexo das divisões globais em relação às políticas de Israel, especialmente no contexto do conflito israelo-palestino e das tensões no Oriente Médio.