Internacional

JULGAMENTO

Maduro contesta acusações de tortura nos EUA, mas é interrompido por juiz

Ex-presidente venezuelano classificou as acusações como falsas durante audiência em Nova York; ele e a esposa se declararam inocentes.


O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, contestou as acusações de tortura durante uma audiência realizada na quinta-feira (15), em Nova York, nos Estados Unidos. Ao afirmar que as denúncias eram falsas, ele foi interrompido pelo juiz Alvin Hellerstein, que registrou formalmente sua declaração de inocência.

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Maduro e a esposa, Cilia Flores, negaram as acusações apresentadas pela Justiça americana. O processo envolve suspeitas de participação em atos de tortura contra opositores do governo venezuelano, incluindo relatos de agressões físicas e choques elétricos. As acusações ainda serão julgadas.

Julgamento foi adiado para 2027

O julgamento foi marcado para 14 de junho de 2027. Uma nova audiência está prevista para 17 de dezembro de 2026.