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Destroços de submarino são encontrados – diz Guarda Costeira

Guarda Costeira encontra destroços em busca por submarino desaparecido, dizem autoridades dos EUA De acordo com instituição náutica americana, sondas acharam os destroços perto do Titanic. Agora, material será analisado


A Guarda Costeira dos Estados Unidos encontrou nesta quinta-feira, 22, destroços nas áreas de busca pelo submarino desaparecido, que fazia uma expedição pelo Titanic.

De acordo com a Guarda Costeira, os destroços foram localizados nas proximidades dos restos do Titanic por uma das sondas utilizadas nas buscas.

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“Uma área com destroços foi descoberta dentro da área de busca por um veículo não tripulado perto do Titanic. Especialistas do comando unificado estão avaliando as informações”, disse o comando da Guarda Costeira.

Os destroços foram descobertos pela sonda de um navio militar canadense chamado Horizon Arctic.

Foto: reprodução

Na manhã de hoje, a sonda canadense, juntamente com 2 robôs especializados em exploração submarina, alcançaram a profundidade máxima do Oceano Atlântico dentro da área de busca designada, abrangendo aproximadamente 20 mil metros quadrados.

Mesmo assim, as buscas prosseguiram para encontrar o Titan e os seus cinco ocupantes: o empresário e aventureiro britânico Hamish Harding, o mergulhador francês Paul-Henri Nargeolet, o empresário paquistanês Shahzada Dawood e seu filho Sulaiman Dawood, além do CEO e fundador da OceanGate, empresa proprietária do submersível, Stockton Rush.

A expedição começou com uma jornada de 740 quilômetros até o local do naufrágio. O submersível começou sua descida no domingo de manhã, mas perdeu contato com a tripulação do Polar Prince, o navio de apoio que transportou a embarcação até o local, 1 hora e 45 minutos após a descida, segundo autoridades.

As Guardas Costeiras dos Estados Unidos e Canadá iniciaram uma verdadeira operação de guerra para resgatar o Titan, até 10 navios e aeronaves foram mobilizadas para as buscas, primeiro na superfície do mar, depois nas profundezas.

Na última terça-feira, o jornal The New York Times informou que em 2018 líderes da indústria da submersíveis criticaram a “abordagem experimental” da OceanGate. O Comitê de Veículos Subaquáticos Tripulados da Marine Technology Society escreveu uma carta a Rush, expressando preocupação com a conformidade da empresa em relação a uma certificação de avaliação de risco marítimo conhecida como DNV-GL.