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Diretores do CBA recebem empresários para viabilidade de bionegócios com países da Amazônia Legal

O Diretor Geral do novo Centro de Bionegócios da Amazônia - CBA, Elias Moraes de Araújo, e seu vice diretor, Carlos Henrique Souza receberam nesta quinta-feira o empresário Paulo De Carli, Flavio Coutinho (especialista em TI) o Engenheiro, Fabio Rafael e o empresário Raphael Rodrigues representando a fundação SIMASA da Amazônia. Na pauta, a promoção de negócios na região amazônica.


A pauta deu destaque a logística, politicas da Zona franca de Manaus, startups, agricultura sustentável, economia, emprego e renda.

Elias Moraes, destacou a importância de unir os potenciais de empresas e instituições, que tem a possibilidade de desenvolver processos e tecnologias para dar condições de termos a união cada vez mais forte dos países que compõe a Amazônia legal.

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Em uma apresentação bastante didática, Paulo De Carli falou da enorme quantidade de carca conteinerizada que entra e sai do país pela nossa região, como a soja, milho, petróleo e derivados, o que justifica a instalação de ferrovias para transporte destas cargas e investimento privado em estradas e outros modais.

Reunião propositiva, com apresentação da Fundação Panamazonia e suas vias de prosperidade para a região. 

“Vamos fazer negócios fundamentais para a nossa gente, como já estamos desenvolvendo ao lado do Brasil, como é o caso da República da Guiana (antiga Guiana Inglesa) que faz parte deste bioma e nos oferece possibilidades enormes de negócios, aqui do lado, a um pouco mais de 1000 km de Manaus e a cerca de 100 km de Boa Vista – RR .” Destacou, Paulo De Carli.

O combustível do futuro

hidrogênio verde, que é obtido por meio da eletrólise da água, utilizando energia limpa e renovável, sem emissões de CO2 tem na Amazônia ambiente ideal para o desenvolvimento.

O Diretor do CBA disse: “Precisamos, urgentemente, olhar com cuidado para o desenvolvimento de negócios que temos conhecimento e domínio. A extração de óleos da soja e do milho para fabricação de biocombustiveis é fundamental neste processo. Precisamos direcionar esforço no desenvolvimento de processos para produção destes biocombustíveis, como por exemplo, o biodiesel derivado dos óleos vegetais. Portanto, o nosso trabalho, nossas conversas e discussões também observam que a obtenção de biocombustível a partir de óleos vegetais, tais como óleo de soja e óleo de milho é de extrema relevância. O marco legal do hidrogênio verde ainda tem “arestas” relevantes sendo discutidas pelo governo brasileiro, entre elas, os incentivos ou subsídios para seu desenvolvimento” afirmou Moraes.