No Brasil, o debate sobre a descriminalização do uso recreativo da canábis, a popular maconha, ganhou realce com o começo da votação sobre a matéria no Supremo Tribunal Federal (STF). No último dia 2 placar estava em 4 x 0 pró-descriminalização. Faltando os votos de outros sete ministros, e a votação foi adiada.
Denúncias são do primeiro semestre do ano. Semmas divulgou os canais para receber reclamações da população.
A audiência, marcada para o dia 10 de agosto, será a primeira com tradução para língua indígena nheengatu.
O garimpo ilegal em terras indígenas na região Norte do Brasil aumentou mais de oito vezes entre 2016 e 2022, apontam dados do Inpe. São pouco mais de 30 mil Yanomami na área que deveria, por lei, ser preservada. No entanto, a comunidade tem sofrido com o avanço do garimpo ilegal, que só em 2022 cresceu 54%.
Segundo a vítima, um boletim de ocorrência (B.O) foi registrado e os áudios e mensagens de texto contendo ameaças contra ela e os filhos serão encaminhados a polícia.
A Operação Além-Mar investiga crime de tráfico humano envolvendo menores indígenas.
Os focos são postos de combustíveis de diferentes franquias, selecionados aleatoriamente, utilizando-se a técnica de amostragem, que embasará a análise dos principais postos fornecedores da capital amazonense.
A mãe de Nahel convocou a 'Marcha branca' e pediu justiça para o filho dela abatido pela polícia. Ela encabeçou a manifestação, que, no final, acabou por degenerar em violência.
O 11º Tribunal Regional do Trabalho (TRT/AM-RR) informou nesta quarta-feira (28/06) que a Vara do Trabalho de Parintins deu início às providências para identificar os trabalhadores com direito ao pagamento preferencial em processos contra os bumbás Garantido e Caprichoso, nos termos do acordo homologado no Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc JT 2º Grau), em Manaus (AM).
Afastado do cargo de prefeito de Borba nesta terça-feira (23), Simão Peixoto é investigado por suspeita de desvio de R$ 29,2 milhões da prefeitura em licitações. Os procedimentos, segundo o Ministério Público, eram simulados e parte do dinheiro pago às empresas envolvidas no esquema era dividida entre funcionários e parentes do prefeito.