Ele foi empossado no cargo nesta terça-feira (3/9), em solenidade no Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília.
Ministro do Supremo está à beira de conseguir o que sempre quis em seu projeto geral de calar a voz das redes sociais: proibir o X de operar no Brasil, como acontece na China, na Rússia, no Irã, na Coreia do Norte, em Cuba e nas piores ditaduras do mundo. Musk não desrespeitou nada, nem desafiou ninguém e nem cometeu nenhum crime em seu entrevero com o ministro – apenas se recusa a cumprir as ordens ilegais que recebe dele.
O possível bloqueio do X (antigo Twitter) pela Justiça brasileira ganha destaque na imprensa europeia. Diante da recusa de Elon Musk, dono da rede social, de indicar um representante legal no Brasil, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) já teria emitido uma ordem de suspensão à Anatel, mas os jornais internacionais lembram que a burocracia poderia atrasar o bloqueio da rede.
Juristas ouvidos pelo ‘Estadão’ analisam que Moraes precisa comprovar existência de fraude para justificar a extensão da responsabilidade das dívidas do X para a Starlink.
A PF também informou que a ação é contínua e com prazo indeterminado para finalizar.
Os venezuelanos de todo o mundo saíram à rua para defender a vitória da oposição nas eleições presidenciais disputadas no mês passado.
OUTRO LADO: Ministro afirma que todos os procedimentos 'foram oficiais, regulares e estão devidamente documentados'
Rede social evitou a intimação de sua representante legal, o que gerou ameaça de prisão por descumprimento de decisão judicial; plataforma se diz ameaçada por Alexandre de Moraes; Procurado, ministro não se manifestou. O proprietário do X disse, que os escritórios da rede social no Brasil serão fechados.
Após denúncia feita pelo Comitê Amazonas de Combate à Corrupção (CACC) ao Ministério Público do Amazonas (MPAM) vereadores de Manaus entram no radar sob suspeita na aplicação de R$ 12 milhões em emendas tendo como beneficiário direto o Instituto Doctor D. O caso está sendo investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A verba, que totaliza R$ 12 milhões, foi destinada ao Instituto representando 14% do valor total das emendas individuais.
Presidente da Corte declarou que resultado terá caráter inapelável e obrigatório.