Segundo o Washington Post, cardeal Pietro Parolin buscou mediação com Washington para evitar violência na Venezuela, mas plano não avançou.
Inflação explosiva, queda histórica do PIB e quase 8 milhões de refugiados expõem a dimensão da crise venezuelana.
Apesar da queda no consumo diário, o álcool segue como fator central de internações, mortes evitáveis e agressões contra mulheres, levando especialistas a cobrar políticas públicas mais rigorosas e educação contra o machismo.
Caso ocorreu durante ação federal contra imigração irregular; governo dos EUA fala em legítima defesa, enquanto autoridades locais acusam uso imprudente da força.
Texto afirma que governo Trump atua para conter influência estrangeira, enfraquecer Maduro e garantir interesses estratégicos dos Estados Unidos na América Latina.
Entendimento prevê envio de até 50 milhões de barris aos americanos, redireciona exportações da China e aprofunda influência do governo Trump no setor energético venezuelano.
Operação para capturar Nicolás Maduro resultou na morte de 32 militares cubanos, com membros de uma unidade de segurança pessoal de elite do ditador venezuelano.
Líder da oposição elogia Trump, afirma que venceu pleito de 2024 e diz que país está pronto para uma transição democrática, enquanto Washington sinaliza diálogo com aliados do antigo governo.
Captura do ex-presidente venezuelano provoca reação internacional, eleva tensões diplomáticas e reacende disputa pelo futuro político e petrolífero do país.
O juiz Alvin Hellerstein, conhecido por sua longa carreira, supervisionará o processo criminal do ex-presidente venezuelano, acusado de crimes graves, incluindo tráfico de drogas e corrupção.