O exército israelense anunciou no domingo (26) que o Hamas libertou mais 14 reféns israelenses e três estrangeiros, que foram entreguem ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).
O grupo terrorista Hamas disse neste sábado (25-11) que Israel teria quebrado o acordo da entrega de um segundo grupo de reféns que deveria ser libertado sob a trégua. Israel também não cumpriu com a entrada de ajuda humanitária ao norte de Gaza. A notícia surge depois do Egito ter recebido sinais positivos das partes sobre uma possível extensão da trégua em Gaza por um ou dois dias.
O Hamas libertou na sexta-feira 13 israelenses, 10 tailandeses e um cidadão filipino, elevando o número total de reféns libertados para 24, segundo o Ministério das Relações Exteriores do Catar. Nos termos do acordo de trégua entre Israel e o Hamas, Israel, por sua vez, libertou 39 mulheres e crianças palestinianas das prisões.
Trinta bebês nascidos prematuramente, retirados do maior hospital de Gaza, foram levados ao Egito para tratamento urgente nesta segunda-feira (20) enquanto autoridades palestinas e a OMS afirmaram que 12 pessoas foram mortas em outro hospital de Gaza cercado por tanques israelenses.
Tem nome de deus da vitória e alcança alvos a 1400 km de distância a uma velocidade pelo menos cinco vezes superior à do som. O míssil hipersónico do Irã foi apresentado neste domingo (19).
A responsabilidade da Alemanha no Holocausto sublinha a firme defesa de Israel por Berlim e a proibição de expressões de solidariedade palestina, que as autoridades culpam pelo aumento do anti-semitismo. Mas os críticos dizem que o Estado esta falhando com os judeus alemães que se opõem às políticas de Israel e sufocam a liberdade de expressão dos imigrantes.
Israel disse que suas forças estavam operando dentro e ao redor do maior hospital de Gaza, um objetivo principal em sua campanha para destruir militantes palestinos do Hamas que, segundo o Exército, armazenavam armas e administravam um centro de comando em túneis sob os edifícios. O Hamas chamou a afirmação de “propaganda barata”. A ofensiva militar de Israel continuou apesar da adopção de uma resolução do CSNU apelando a pausas humanitárias em Gaza.
As forças israelenses invadiram o maior hospital de Gaza nesta quarta-feira (15) onde centenas de pacientes, incluindo recém-nascidos, ficaram retidos com suprimentos escassos e sem eletricidade, e instaram o Hamas a se render. O exército israelita cercou o hospital Al Shifa como parte da sua ofensiva terrestre contra o Hamas, alegando que o grupo militante oculta operações militares no complexo hospitalar. Siga nosso blog ao vivo para todos os desenvolvimentos mais recentes.
O Exército israelense concordou em realizar, a partir desta quinta-feira (9), "pausas diárias de quatro horas" no norte da Faixa de Gaza para permitir a retirada de civis presos. As interrupções nos combates serão anunciadas com três horas de antecedência, segundo o porta-voz do Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos, John Kirby.
O grupo extremista Jihad Islâmica Palestina publicou, na quinta-feira (9), um vídeo de dois reféns israelenses, uma mulher de 70 anos e um adolescente de 13. Eles afirmam que ambos estão em Gaza e que estão prontos para libertá-los "se as condições de segurança forem atendidas".