As importações de gás do Azerbaijão para o bloco atingirão 20 bilhões de metros cúbicos até 2027, à medida que a União Europeia busca fornecedores não russos.
A União Europeia chegou a um acordo para dobrar as importações de gás natural do Azerbaijão em uma tentativa de ajudar a substituir os combustíveis fósseis russos em meio a uma crise de energia que se agrava após a invasão da Ucrânia pelo presidente Vladimir Putin.
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Para impulsionar os embarques, a capacidade do Corredor de Gás Sul – rede de gasodutos que liga o Mar Cáspio à Europa – será aumentada para 12 bilhões de metros cúbicos dos atuais 8,1 bilhões, de acordo com um memorando de entendimento assinado com a 27ª -Nation bloco segunda-feira em Baku. Em poucos anos, chegará a 20 bilhões de metros cúbicos, disse a repórteres a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O fornecimento de gás russo para a Europa não era mais confiável, disse ela. “A UE decidiu, portanto, diversificar para longe da Rússia e recorrer a fornecedores mais confiáveis e confiáveis. E fico feliz em contar com o Azerbaijão entre eles.”
A UE está correndo para garantir novos fornecimentos de gás, pois busca acabar com a dependência da Rússia. Os embarques da Gazprom PJSC para o bloco já foram reduzidos, e há temores crescentes de que uma escassez possa ocorrer se o principal oleoduto Nord Stream não retornar totalmente após a manutenção, ou se Moscou cortar totalmente o fornecimento.
O acordo também visa fazer uso do potencial do Azerbaijão em energia eólica offshore e hidrogênio verde, de acordo com o Pacto Ecológico Europeu, uma grande reforma sustentável com o objetivo final de neutralidade climática até 2050. O Azerbaijão evoluirá de fornecedor de combustível fóssil para se tornar um parceiro de energia renovável, disse Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia.
Redação Portal CINCO
