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Messi anuncia aposentadoria da seleção argentina após duas décadas

Camisa 10 confirma saída da equipe nacional em publicação nas redes sociais e afirma que decisão foi dolorosa, mas necessária; jogador também destacou o surgimento de uma nova geração de talentos.


Lionel Messi anunciou nesta segunda-feira (31) que não defenderá mais a seleção argentina. Aos 39 anos, o craque decidiu encerrar uma trajetória de aproximadamente duas décadas com a equipe nacional, marcada por grandes conquistas e momentos históricos.

Em uma publicação nas redes sociais, Messi afirmou que tomou a decisão depois de refletir sobre o futuro e reconheceu que deixar a seleção é um momento difícil.

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“Foi uma decisão que doeu e dói na alma, mas entendo que este é o momento”, escreveu o jogador.

O atacante destacou que sempre se dedicou à seleção argentina ao longo de sua carreira e afirmou que chegou a hora de abrir espaço para novos jogadores.

“Dei tudo de mim, já não tenho mais para oferecer”, declarou Messi na publicação.

 

Messi comemora gol em Nashville x Inter Miami — Foto: Johnnie Izquierdo/Getty Images

 

Espaço para a nova geração

Ao anunciar sua saída, o camisa 10 também ressaltou a presença de jovens talentos no futebol argentino. Segundo ele, a nova geração reúne jogadores que merecem ganhar espaço e assumir protagonismo na seleção.

Messi ainda agradeceu aos torcedores argentinos pelo apoio recebido durante seus anos com a equipe nacional. O jogador afirmou que sentirá falta de acompanhar as partidas dentro de campo e que, a partir de agora, passará a torcer pela Argentina como mais um torcedor.

“Foi uma loucura poder viver tudo isso com vocês”, afirmou.

Apesar de ter sido publicada nesta segunda-feira, a mensagem compartilhada pelo jogador foi escrita em 21 de julho, dois dias depois da final mencionada na publicação.

Uma trajetória marcada por títulos

Messi se tornou um dos principais nomes da história da seleção argentina. Durante sua passagem pela equipe, conquistou títulos importantes, entre eles a Copa América e a Copa do Mundo de 2022, além de protagonizar campanhas que marcaram uma geração de torcedores.

A relação do craque com a seleção também foi marcada por momentos de frustração, críticas e derrotas em finais antes da conquista dos principais títulos.

A decisão de deixar a equipe ocorre poucas semanas depois de Messi publicar uma mensagem emocional sobre o pai, Jorge Messi, que morreu no início de agosto, aos 68 anos.

Na ocasião, o jogador revelou incertezas sobre a continuidade de sua carreira no futebol e escreveu que não sabia por quanto tempo ainda seguiria atuando profissionalmente.

A aposentadoria da seleção encerra uma das trajetórias mais marcantes do futebol internacional e abre espaço para uma nova etapa da carreira de Messi, agora longe da camisa argentina.

O ChatGPT disse:

Claro. Abaixo está um texto em formato de matéria para portal de notícias, com uma linha do tempo da carreira de Lionel Messi e atualizado até 31 de agosto de 2026. As informações recentes, especialmente sobre a seleção argentina, foram conferidas em fontes publicadas hoje.

Lionel Messi: a trajetória do garoto de Rosário ao maior nome da história do futebol contemporâneo

De 1987 a 2026 — uma carreira marcada por recordes, títulos e momentos históricos

Lionel Andrés Messi nasceu em 24 de junho de 1987, em Rosário, na Argentina. Desde pequeno, o futebol ocupou um espaço central em sua vida. Aos quatro anos, começou a jogar no Grandoli, clube de seu bairro, e aos oito anos ingressou nas categorias de base do Newell’s Old Boys.

Aos 13 anos, Messi deixou a Argentina e foi para a Espanha para tentar seguir o sonho de se tornar jogador profissional. Em Barcelona, ingressou nas categorias de base do clube e rapidamente chamou atenção pela habilidade, velocidade, visão de jogo e capacidade de marcar gols.

2000 — A mudança para Barcelona

Em 2000, Messi atravessou o Atlântico para iniciar uma nova etapa de sua vida. O jovem argentino passou a fazer parte da estrutura de formação do Barcelona e evoluiu rapidamente pelas categorias inferiores.

A mudança para a Espanha representou um momento decisivo. O garoto que havia começado no futebol de bairro em Rosário passava a construir, em Barcelona, o caminho que o levaria ao topo do futebol mundial.

2003 — O primeiro jogo pelo Barcelona

Em 16 de novembro de 2003, aos 16 anos, Messi fez sua primeira aparição pela equipe principal do Barcelona em um amistoso contra o Porto, na inauguração do Estádio do Dragão.

Embora ainda fosse muito jovem, já era tratado como uma das grandes promessas da formação do clube.

2004 — A estreia oficial

Em 16 de outubro de 2004, Messi estreou oficialmente pelo Barcelona em uma partida do Campeonato Espanhol. A partir daquele momento, começou uma das histórias mais extraordinárias do futebol moderno.

O argentino rapidamente conquistou espaço no elenco e passou a dividir o campo com grandes estrelas do clube.

2005 — Primeiro gol e primeiros títulos

Em 2005, Messi marcou seu primeiro gol oficial pelo Barcelona e conquistou seu primeiro Campeonato Espanhol.

No mesmo período, também começou a ganhar destaque pela seleção argentina. Ainda jovem, participou da conquista do Mundial Sub-20 de 2005, competição na qual foi um dos principais jogadores.

2008 — A medalha de ouro olímpica

Em 2008, Messi conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim com a seleção argentina.

O título foi uma das primeiras grandes conquistas internacionais de sua carreira e antecipou o protagonismo que teria posteriormente na seleção principal.

2009 — O início da era Messi

O ano de 2009 marcou uma transformação definitiva na carreira do argentino.

Sob o comando de Pep Guardiola, o Barcelona conquistou seis títulos em uma única temporada, incluindo Campeonato Espanhol, Copa do Rei, Liga dos Campeões, Supercopa da Espanha, Supercopa da Europa e Mundial de Clubes.

Messi tornou-se o principal símbolo daquela equipe e conquistou seu primeiro prêmio de melhor jogador do mundo. O Barcelona registra quatro títulos de Liga dos Campeões conquistados por Messi: 2005/06, 2008/09, 2010/11 e 2014/15.

2010 a 2012 — O auge individual

Entre 2010 e 2012, Messi estabeleceu uma sequência impressionante de recordes.

O argentino passou a dominar as principais premiações individuais e conquistou o prêmio de melhor jogador do mundo em 2009, 2010, 2011 e 2012, segundo o histórico oficial do Barcelona.

Em 2012, viveu uma de suas temporadas mais impressionantes individualmente, transformando-se em uma máquina de fazer gols e consolidando seu nome entre os maiores jogadores de todos os tempos.

2014 — A final da Copa do Mundo

Na Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, Messi liderou a Argentina até a final.

A equipe perdeu para a Alemanha na decisão, mas o atacante argentino recebeu a Bola de Ouro do Mundial, como melhor jogador da competição.

O resultado aumentou a pressão sobre Messi na seleção, que ainda buscava seu primeiro grande título pela equipe principal.

2015 — Mais uma Champions e mais um auge

Em 2015, o Barcelona conquistou novamente a Liga dos Campeões, completando a segunda tríplice coroa da era Messi.

O argentino também voltou a conquistar o prêmio de melhor jogador do mundo, fechando mais um capítulo de domínio individual.

2016 — A frustração e a aposentadoria momentânea da seleção

Em 2016, depois de perder a final da Copa América Centenário para o Chile, Messi anunciou sua aposentadoria da seleção argentina.

A decisão, entretanto, durou pouco. O atacante voltou atrás e continuou defendendo a Argentina.

A escolha seria fundamental para o que aconteceria nos anos seguintes.

2019 — O sexto prêmio de melhor do mundo

Em 2019, Messi conquistou seu sexto prêmio de melhor jogador do mundo.

Naquele momento, já era o maior artilheiro e um dos maiores símbolos da história do Barcelona. Ao longo de sua passagem pelo clube catalão, conquistou 10 títulos de La Liga, sete Copas do Rei e quatro Ligas dos Campeões, entre outros troféus.

2021 — O adeus ao Barcelona

Em agosto de 2021, depois de mais de 20 anos ligado ao Barcelona, Messi deixou o clube.

A saída encerrou uma era. Pelo Barcelona, o argentino se tornou o maior artilheiro da história da instituição e acumulou uma coleção de títulos e recordes que o transformou em um dos maiores ídolos do clube.

No mesmo ano, finalmente conquistou seu primeiro grande título pela seleção principal: a Copa América de 2021, disputada no Brasil.

2021 a 2023 — A passagem pelo Paris Saint-Germain

Depois de deixar o Barcelona, Messi assinou com o Paris Saint-Germain.

Na França, atuou ao lado de grandes nomes do futebol mundial, incluindo Neymar e Kylian Mbappé. Conquistou títulos nacionais e continuou aumentando sua coleção de troféus.

A passagem pelo PSG, entretanto, ficou marcada principalmente pela expectativa em torno da Copa do Mundo que se aproximava.

2022 — O sonho da Copa do Mundo

O ano de 2022 entrou definitivamente para a história de Messi.

Na Copa do Mundo do Catar, a Argentina começou com uma derrota para a Arábia Saudita, mas reagiu e avançou até a final.

Na decisão contra a França, Messi marcou dois gols durante a partida e também converteu sua cobrança na disputa de pênaltis. A Argentina venceu e conquistou o título mundial.

Aos 35 anos, Messi finalmente levantou a Copa do Mundo, o principal troféu que faltava em sua carreira.

A conquista encerrou uma longa espera e colocou um ponto final em uma das principais discussões sobre seu legado.

2023 — A chegada ao Inter Miami

Em 2023, Messi decidiu deixar o futebol europeu e assinou com o Inter Miami, dos Estados Unidos.

A mudança provocou enorme impacto no futebol norte-americano. Messi passou a ser o principal rosto da liga e ajudou a transformar a visibilidade internacional do clube.

Pouco depois de sua chegada, conquistou a Leagues Cup de 2023, primeiro troféu da história do Inter Miami.

2024 — Mais títulos com a Argentina

Em 2024, Messi voltou a levantar um grande troféu com a seleção argentina.

A Argentina conquistou a Copa América, derrotando a Colômbia na final. O título consolidou uma geração vitoriosa que, em poucos anos, havia conquistado Copa América, Finalíssima e Copa do Mundo.

2025 — A MLS Cup

A trajetória de Messi nos Estados Unidos ganhou mais um capítulo importante em 2025, quando o Inter Miami conquistou a MLS Cup.

A equipe também havia conquistado o Supporters’ Shield em 2024, reforçando a transformação esportiva do clube desde a chegada do argentino.

2026 — A última Copa do Mundo pela Argentina

Aos 39 anos, Messi disputou a Copa do Mundo de 2026 pela Argentina.

A equipe chegou novamente à final, mas perdeu por 1 a 0 para a Espanha, terminando o Mundial como vice-campeã. Messi encerrou a competição como um dos principais nomes da seleção argentina.

31 de agosto de 2026 — O adeus à seleção argentina

Nesta segunda-feira, 31 de agosto de 2026, Messi anunciou oficialmente sua aposentadoria da seleção argentina.

O anúncio encerra uma trajetória de mais de duas décadas com a camisa da Albiceleste. Segundo os dados divulgados após a decisão, Messi deixa a seleção com 207 partidas e 125 gols, além dos títulos da Copa do Mundo de 2022, das Copas América de 2021 e 2024, da Finalíssima de 2022 e da medalha de ouro olímpica de 2008.

Apesar da despedida internacional, Messi continua atuando profissionalmente pelo Inter Miami. Em 29 de agosto de 2026, poucos dias antes do anúncio, marcou quatro gols e deu uma assistência na goleada por 7 a 1 sobre o Montréal, mostrando que, aos 39 anos, ainda é capaz de protagonizar atuações de alto nível.

Uma carreira que entrou para a história

A trajetória de Lionel Messi é marcada por uma sequência rara de conquistas: títulos nacionais, quatro Ligas dos Campeões, oito prêmios de melhor jogador do mundo segundo o histórico do Barcelona, Copa América, medalha olímpica e, principalmente, a Copa do Mundo de 2022.

Do menino de Rosário que começou a jogar aos quatro anos ao campeão mundial que se despediu da seleção aos 39, Messi construiu uma carreira que atravessou mais de duas décadas.

Sua história ainda não terminou. O argentino continua no futebol de clubes pelo Inter Miami, enquanto o capítulo com a seleção chega ao fim.

Lionel Messi deixa a Argentina, mas deixa também um legado que dificilmente será repetido.