Forças Federais estão em Porto Velho para combater ataques de facções contra o transporte público.
Os agentes da Força Nacional, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal se juntaram à Polícia Militar, que aumentou o número de soldados nas ruas. Mesmo assim, pelo segundo dia seguido, os ônibus não saíram das garagens. Passageiros esperavam nos pontos.
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Mesmo com ação da Força Nacional, ônibus permanecem nas garagens em meio à onda de violência em Porto Velho (RO) — Foto: Reprodução/TV Globo
Na madrugada desta quarta-feira (15), três homens subiram em um muro e atearam fogo na frota de uma empresa. Seis ônibus ficaram destruídos – um prejuízo de R$ 5 milhões. Desde o domingo (12), já são 25 veículos — entre eles, uma viatura da PM e 13 ônibus escolares.
Os ataques começaram depois que a Polícia Militar iniciou uma operação para ocupar o Orgulho do Madeira, uma região controlada por facções criminosas. Nesse bairro, no domingo (12), bandidos mataram um cabo da PM. A polícia investiga se a ordem de execução partiu de chefes de facções que estão em um presídio.

Força Nacional não intimida criminosos em Porto Velho — Foto: Divulgação: Jamile Ferraris/MJSP
Em três dias de operação, a PM prendeu quatro suspeitos de envolvimento com o tráfico. Segundo a polícia, outros dois morreram em confrontos. O secretário de Segurança Pública do Estado afirmou que vai manter o combate a facções.

Na madrugada desta quarta-feira (15), três homens atearam fogo na frota de uma empresa de ônibus em Porto Velho (RO) — Foto: Reprodução/TV Globo
“A ideia para o futuro é, sim, essa: a gente ter uma base ou, quem sabe, um batalhão, por que batalhão funciona dentro dali e atender as ocorrências da Zona Leste”, afirma Felipe Vital.
