No primeiro aniversário da guerra na Ucrânia, a China apresentou um plano de paz, que surge dois dias depois de o chefe da diplomacia chinesa se ter reunido com o presidente russo, em Moscovo, e um dia depois de a China se ter abstido na votação de uma resolução da ONU a exigir a retirada russa.

Continua depois da Publicidade
Constituído por doze pontos, o plano de paz reflete a ambiguidade que Pequim tem mantido desde que a guerra começou.
A China apela ao fim das hostilidades e a que as duas partes voltem às conversações de paz imediatamente.
NATO destaca “falta de credibilidade” da China

Foto: reprodução
Já Stoltenberg afirma que Pequim “não tem muita credibilidade”, lembrando que as autoridades chinesas “não foram capazes de condenar a invasão ilegal” e, dois dias antes da mesma, assinaram um acordo de “parceria ilimitada” com a Rússia.
A Alemanha foi um dos países a reagir rapidamente com críticas ao plano da China.
O presidente alemão Frank-Walter Steinmeier exprimiu “dúvidas” quando ao “papel construtivo” que Pequim poderá desempenhar no caminho para a paz na Ucrânia e o governo germânico frisou que a proposta chinesa contêm vários pontos importantes, mas omite um crucial: em primeiro lugar, a retirada das tropas russas da Ucrânia.
