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Eleições 2026: confira quem são os principais pré-candidatos à Presidência

Disputa ainda depende de oficialização no TSE em agosto; Lula busca novo mandato enquanto nomes da oposição tentam se consolidar.


Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) – Foto: Reprodução/IA

A corrida presidencial de 2026 começa a ganhar forma com a definição dos principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto. As candidaturas, no entanto, só serão oficializadas em agosto, durante as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

Entre os nomes já colocados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve disputar a reeleição e pode tentar seu quarto mandato. Caso confirme a candidatura, será a sétima vez que concorre ao cargo. Pesquisas recentes o colocam na liderança no primeiro turno e em empate técnico em um eventual segundo turno.

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Pelo campo da oposição, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece como principal adversário. Escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, ele vem se consolidando nas pesquisas e figura como segundo colocado nos cenários eleitorais.

Outro nome confirmado recentemente é o do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que foi oficializado como pré-candidato após disputa interna no partido. Ele deve deixar o cargo para cumprir a legislação eleitoral e tenta se apresentar como alternativa à polarização política.

Também entram na disputa o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que renunciou ao cargo para concorrer, e o empresário Renan Santos (Missão), fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), que disputará sua primeira eleição presidencial.

Completa a lista o ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (Democracia Cristã), político experiente que busca viabilizar sua candidatura após anos de atuação em diferentes correntes ideológicas.

Apesar da movimentação, todos os nomes ainda dependem da confirmação oficial de seus partidos para disputar a eleição, o que deve ocorrer nos próximos meses. Até lá, o cenário segue aberto e sujeito a mudanças.