
“Pacote de bondades” não traz retorno eleitoral esperado, e Lula articula nova rodada de apostas na área econômica – Foto: Ricardo Stuckert/PR
Mesmo com ações como ampliação do crédito, reforço de programas sociais e a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais, os resultados ainda não se refletiram de forma positiva no cenário eleitoral.
Levantamentos de institutos como AtlasIntel e Paraná Pesquisas indicam um cenário competitivo. Apesar de aparecer à frente em alguns cenários de primeiro turno, Lula enfrentaria dificuldades em um eventual segundo turno contra nomes como Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas.
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Entre os fatores que pressionam o governo estão a inflação, o alto nível de endividamento das famílias e a alta do petróleo, influenciada por tensões internacionais. Esse cenário tem impacto direto no custo de vida e no humor do eleitor.
Diante disso, o governo articula novas medidas na área econômica, como mudanças no crédito, propostas para o trabalho por aplicativos e possíveis ajustes em tributos, incluindo taxas sobre produtos importados.
Especialistas avaliam que os efeitos dessas ações podem não chegar a tempo de influenciar o eleitorado. Além disso, alertam para possíveis impactos negativos na economia.
Outro ponto de atenção é o chamado “efeito Biden”, em referência ao ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, associado ao desgaste político em meio a dificuldades econômicas.
Com a proximidade das eleições, o governo também demonstra preocupação com a alta dos combustíveis e estuda medidas para conter preços, como subsídios e redução de impostos, embora enfrente resistência de governos estaduais.
A avaliação de analistas é de que o cenário eleitoral deve permanecer desafiador, com forte polarização e influência direta da economia nas decisões dos eleitores.
