Internacional

TERREMOTO

Turquia-Síria, número de mortos supera 21.000. Equipes de resgate aceleram trabalhos em busca de sobreviventes

Equipes de resgate continuam vasculhando destroços nesta sexta-feira (10) quase 100 horas depois que grandes terremotos atingiram a Turquia e a Síria, matando mais de 21.000 pessoas no desastre mais mortal do mundo desde 2010.


Autoridades e médicos disseram que 18.342 pessoas morreram na Turquia e 3.377 na Síria devido aos sucessivos terremotos de segunda-feira, elevando o total confirmado para 21.719.

PKK declara o cessar-fogo unilateral devido aos terramotos na Turquia

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Foto: reprodução

As esperanças de encontrar mais sobreviventes diminuem enquanto as equipes de resgate continuam a procurar nos escombros, com as condições de congelamento ameaçando as vidas de milhares de pessoas que sobreviveram e estão sem comida e abrigo.

Membros dos Capacetes Brancos descansam no quinto dia das operações de resgate – Foto: Reuters

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, chamou os terremotos de “o desastre do século”, reconhecendo “falhas” após críticas à seu governo.

Um primeiro comboio de ajuda da ONU cruzou a fronteira para o noroeste da Síria controlado pelos rebeldes na quinta-feira. A ONU liberou US$ 25 milhões de seu fundo de emergência para ajudar a iniciar a resposta humanitária na Turquia e na Síria.

Militantes curdos suspendem ‘operações’ após terremoto na Turquia

Militantes curdos do grupo ilegal PKK anunciaram uma suspensão temporária dos combates para facilitar o trabalho de resgate após o grande terremoto que atingiu o sudeste da Turquia e partes da Síria.

Forças turcas matam militantes do PKK no sudeste do país - 10.03.2017, Sputnik Brasil

Foto: Reuters

O Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) foi considerado uma organização terrorista por Ancara e seus principais aliados ocidentais por travar uma insurgência brutal que já custou dezenas de milhares de vidas desde 1984.

Ancara também está tentando banir um importante partido da oposição que apoia as causas curdas por causa de seus supostos vínculos com os militantes.

Fonte: Reuters/france24