O grupo fez ataques por ar e terra, usando carros comuns e jipes, invadindo bases militares israelenses e tomar blindados e outros equipamentos bélicos
Há exatos 500 dias, na noite de 24 de fevereiro de 2022, os tanques de Moscou cruzavam a fronteira com a Ucrânia, dando início a um rastro de destruição, violência e crimes de guerra, como os revelados em Bucha, uma das cidades que foram dominadas pelos russos, assim como Mariupol e Soledar, ou mesmo Bakhmout, que ainda é palco de conflitos.
Enquanto Evgueni Prigojine desapareceu do radar, o presidente russo desencandeou uma comunicação de crise inusitada e quer reduzir a influência do líder de Wagner. Putin corre risco de perder o controle no poder e próximas 24 horas são críticas.
Líder chinês se reuniu na quarta-feira (31-05) com chefes de segurança nacional da China e os advertiu para a escalada de tensões que vão desde embates militares até ataques cibernéticos.
O número de ogivas atómicas prontas a ser usadas subiu em 2023. A conclusão foi divulgada, esta quarta-feira, pelo Barómetro de Proibição de Armas Nucleares, em colaboração com a Federação de Cientistas Americanos, que atribui à Rússia e à China a responsabilidade por grande parte do aumento.
A atividade militar recente dos EUA na Ásia sobre o Pacífico está em andamento e ascensão, incluindo exercícios nas Filipinas e na Coreia do Sul, bem como um acordo firmado entre os EUA e a Austrália que fornece submarinos movidos a energia nuclear. A China, acusa os EUA de cercar o país.
Segundo Washington, drone realizava operação de rotina quando foi atingido por aeronave. Rússia afirma que equipamento norte-americano caiu na água após manobras descontroladas.
A China apoia a soberania da Ucrânia, mas considera legítimas as preocupações de segurança da Rússia. Em nenhum momento fala de agressor ou agredido. A chefe do executivo europeu frisou que o projeto "não é propriamente um plano de paz" e que é preciso "ter em conta, como pano de fundo, que a China tomou partido" desde o início a favor da Rússia.
Conflito causou 'deslocamento populacional forçado mais rápido desde a Segunda Guerra Mundial', segundo as Nações Unidas
“É uma guerra que é da Rússia contra Ucrânia, Otan e EUA”, afirma especialista;