Fiúza iniciou sua trajetória no audiovisual em 1993 e ficou conhecido pelos trabalhos em “O menino no espelho” (2013), adaptação de livro de Fernando Sabino, e em “Chef Jack — O cozinheiro aventureiro” (2023), animação brasileira em que trabalhava em uma continuação.
Em sua filmografia, acumula créditos como diretor, roteirista e produção. Nesta última função, ajudou a tirar da gaveta projetos marcantes do cinema de Minas Gerais, como “Batismo de sangue” (2006), de Helvécio Ratton, e “Depois daquele baile” (2005), de Roberto Bontempo. Como assistente de direção, trabalhou com nomes como Tizuka Yamasaki, Sylvio Back, Sergio Machado e Nelson Pereira dos Santos.
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Nos últimos anos, Fiúza se engajou em políticas culturais e audiovisuais, tendo trabalhado ativamente pela implementação da da Lei Paulo Gustavo.
“Acordei hoje com a triste notícia da morte repentina do querido Guilherme Fiúza Zenha, produtor e cineasta mineiro. Professor apaixonado. Meu tutor eterno. Passei o dia pensando nele e nos nossos encontros”, escreveu Joelma Gonzaga, secretária do Audiovisual do MinC, em post no Instagram.