Amazonas

Os irmãos Oseney e Amarildo confirmam à PF que esquartejaram e esconderam os corpos de indigenista e jornalista no AM


Irmãos Costa de Oliveira, pescadores ilegais da região do Vale do Javari, teriam queimado e esquartejado os corpos dos ativistas ambientais.

Na tarde desta quarta-feira (15), os irmão suspeitos pela morte do indigenista Bruno Pereira, de 41 anos, e do jornalista britânico Dom Phillips, de 57, confessaram o crime.

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Oseney da Costa de Oliveira, irmão de Amarildo Costa de Oliveira, confirmou que mataram, esquartejaram e jogaram os corpo de Bruno Pereira e Don Phillips, em uma vala após 11 dias de buscas pelas vítimas em uma localidade conhecida como Vale do Javari, em Atalaia do Norte, Inteior do Amazonas. O depoimento foi dado na sede amazonense da Polícia Federal. 

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Incialmente, informações divulgadas em áudios, informaram que ‘Pelado’ teria confirmado que participou da morte das vítimas e levará a polícia até o local onde supostamente estavam os cadáveres na tarde desta quarta-feira (15).

‘Pelado e Dos Santos’, confessaram o crime após interrogatórios da PF para investigar o desaparecimentos do indigenista e do jornalista, desde que Amarildo foi preso, última quarta-feira passada, e seu irmão Osineym nesta terça-feira, em Atalaia da Norte. Eles com a prisão temporária por trinta dias pela justiça.

O indigenista da Funai Bruno Pereira e o Jornalista do The Guardian, Don Phillips, estavam desaparecidos desde o dia 5 de junho, quando foram vistos pela útlima vez na comunidade São Rafael, proximidades de Atalaia do Norte. Durante as buscas, restos mortais do que se acredita ser um estômago humano, foram encontrados dentro de um rio e encaminhados para perícia no Distrito Federal. O resultado dos exames que devem apontar se o material resgatados pertecem as vítimas, deve ser divulgado ainda nesta quarta-feira (15).

Relembrando o caso

Bruno Pereira e Dom Phillips estavam na região do Vale do Javari, no Amazonas, realizando entrevistas para um livro sobre proteção ambiental. Eles foram vistos pela última vez no dia 5 de junho, embarcando para Atalaia do Norte, onde nunca chegaram. Poucos dias antes, o indigenista havia relatado ter recebido ameaças de morte de pescadores e caçadores ilegais da região.

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Redação Portal CINCO

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