Amazonas

Dudu Monteiro de Paula fala sobre projeto esportivo com povos indígenas no Amazonas


O jornalista Dudu Monteiro fala de Campeonato Amazonense indígena de futebol.

Em entrevista ao Portal CINCO, nesta quinta-feira (16), o jornalista, apresentador e ex-atleta Eduardo José Cavalcanti Monteiro de Paula, nascido em Recife/PE, fala sobre projeto esportivo voltado aos povos indígenas junto com a Confederação Brasileira de Esporte (CBF) no Amazonas.

Continua depois da Publicidade

“Fundamentalmente a essência do esporte nasceu do Cacique Marcos Apurinã, em função as distâncias e da ociosidade das pessoas à pespectiva dos indígenas é praticamente zero. São mais de 240 mil indígenas, 180 etnias no Amazonas e 85 idiomas diferentes. Os que vem para a cidade, infelizmente se comronpem, pois a grande maioria, não tem prícipios educacionais que os coloquem na integração da sociedade, eles acabam ficando na margem”.

Todos os indígenas jogam futebol. Ele [Marcos Apurinã] conseguiu sensibilizar a Confederação Brasileira de Futebol à entrar no projeto. A CBF ficou extremamento sinpática em partipar de um projeto com essa magnitude importante, por ser um projeto voltado aos povos indígenas da amazônia. Em formalizar o projeto, a CBF impôs uma condição que é importante, de fazer com que a competição seja feita dentro do padrão internacional”.

Nós deixamos livre, (Apurinã,  professor Gilmar Couto) que é o Dr. em esporte, nesta primeira fase vocês [indígenas] jogam como quiserem”.

“Como o índio disse, “ah eu não gosto de jogar de camisa e nem de short”.

“Quando teu time ganhar, tem que vir ao município e tem que jogar na regra da FIFA”, afirma Dudu. 

“A FIFA joga igual em todo o lugar do mundo, em todas as etnias: Chinês, Japonês… Está unidade é que faz a união do esporte.  A CBF vai distribuir para cada time, dois equipamentos completos, pra cada equipe vão ganhar quatro ou cinco bolas, zero quilômetros e assinada pelos jogadores da Seleção Brasileira, todos eles. Nós temos um cauculo de três à quatro bolas de futebol que serão distribuídas”.

“Segundo Dudu Monteiro, o projeto ainda é um embrião, mas promete trazer grandes resultados, trazendo visibilidade e valorização para a cultura indígena, bem como impedindo que esses jovens indígenas acabem se envolvendo em maus caminhos”.

Redação Portal CINCO