Política

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No dia da independência, Maria do Carmo defende liberdade e mudança no Amazonas

A pré-candidata ao governo do estado usa o 7 de Setembro para criticar a política atual e defender independência econômica e política no Amazonas.


Em pleno 7 de Setembro, data simbólica para o Brasil, a professora e empresária Maria do Carmo (PL-AM), pré-candidata da direita ao Governo do Amazonas, usou a ocasião para refletir sobre os rumos do país e do Estado. Para ela, o conceito de independência precisa ser resgatado, sobretudo no campo político e econômico. “Onde está a nossa independência hoje em dia?”, questionou.

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Maria do Carmo criticou o que considera perseguição a opositores políticos no Brasil. “Vivemos algo parecido com o que ocorre na Venezuela e em outros países comunistas”, afirmou. Ela também apontou fragilidade no governo federal e criticou o Supremo Tribunal Federal. “Temos um governo fraco e um STF que condena antes mesmo de julgar.”

A pré-candidata também relacionou o tema da independência à realidade econômica da população. Ao relembrar sua própria trajetória — desde os tempos em que vendia brigadeiros e frango, trabalhou como professora e operária no Distrito Industrial, até se tornar uma empresária de sucesso —, Maria do Carmo destacou a importância de oportunidades para o crescimento individual e coletivo.

“Hoje, por meio dos meus empreendimentos, como a Fametro e o Hotel Tropical, tenho a chance de gerar cerca de cinco mil empregos, ajudando outras pessoas a conquistar sua independência financeira”, disse.

Ao falar sobre o futuro político do Amazonas, Maria do Carmo defendeu uma ruptura com práticas do passado: “Ninguém muda escolhendo os mesmos políticos de sempre. A velha política já teve inúmeras chances e falhou, muitas vezes mergulhada em escândalos, corrupção e até pedofilia.”

Por fim, reforçou que sua pré-candidatura surge de forma independente e com o objetivo de promover uma verdadeira transformação no Estado. o crescimento individual e coletivo.