Das 478.026 urnas eletrônicas, 1.963 (0,37%) foram substituídas devido a problemas nos equipamentos. Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) têm 53.794 urnas de contingência para serem usadas nesses casos. Até o momento, apenas uma seção eleitoral precisou realizar o registro manual de votos.
O aplicativo e-Título, que apresentou instabilidade devido à alta demanda, teve um pico de acesso às 08h02, com 7.600 buscas por segundo, e depois passou para 2.300 novos acessos a cada segundo.
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Brasileiros continuam indo às urnas neste domingo (6) no primeiro turno das eleições municipais. É preciso ter atenção, pois há condutas consideradas crimes. Veja a seguir o que você precisa saber:
O que é permitido
Bandeiras, broches, adesivos e camisetas são permitidos. O eleitor pode mostrar qual é seu partido, coligação e candidato de preferência por meio de suas vestimentas e adornos. No entanto, isso só pode ser feito de maneira silenciosa e individual.
“Cola” com o número dos candidatos é permitida na seção eleitoral. Um papel com os nomes, números e partidos de sua preferência são até recomendados por agilizar a votação.
O que é proibido
Boca de urna é crime. São práticas como o uso de alto-falantes e amplificadores de som, propaganda de partidos ou candidatos e constrangimento de eleitores para que votem em determinada pessoa.
Uso de celular na urna. É proibido portar celulares, máquinas fotográficas, filmadoras ou qualquer outro instrumento que comprometa o sigilo do voto.
Aglomerações de apoiadores. Até o término da votação, também estão proibidos encontros de pessoas que sejam apoiadoras de algum partido, coligação ou candidato e que estejam com roupa padronizada.
É proibido divulgar “santinhos”. É considerada propaganda irregular a distribuição desses materiais –incluindo jogá-los em frente a colégios eleitorais. Quem fizer isso pode ter que pagar multa, e o candidato que apoiar a prática também será punido.
Cármen Lúcia, sobre Marçal: não falo sobre candidato algum, pois sou juíza do Brasil inteiro
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, recusou-se a se manifestar sobre a divulgação do laudo falso contra Guilherme Boulos (PSOL), feita pelo candidato Pablo Marçal (PRTB).
“Eu não falo sobre candidato algum, porque eu sou juíza do Brasil inteiro”, declarou a magistrada, neste domingo, em entrevista a jornalistas no Centro de Divulgação das Eleições do TSE, em Brasília.
e-Título: eleitores reclamam de instabilidade, e TSE cita ‘fila virtual’
No primeiro turno das eleições 2024, realizado neste domingo, 6, internautas apontaram nas redes sociais instabilidades ou problemas no carregamento do e-título, via digital do título de eleitor. Segundo o TSE, não se trata de instabilidade, mas de “fila virtual” causada pelo grande número de acessos.
A presidente do TSE, Cármen Lúcia, informou que houve na média 7,6 milhões de acesso por minuto ao app. A magistrada ainda afirmou que a votação tem ocorrido dentro da normalidade e o índice de urnas substituídas foi de 0,3%.
