Internacional

Bombardeios intensos em diversas áreas de Kharkiv na Ucrânia


Forças ucranianas garantem ter atingido base do grupo russo Wagner.

Com o mundo de olhos postos na central nuclear de Zaporíjia, os combates noutras regiões da Ucrânia não páram. De acordo com as autoridades de Kiev, pelo menos três civis perderam a vida e outros 20 ficaram feridos nas últimas horas desta segunda-feira (15) vítimas do fogo de artilharia russa na região de Kharkiv. A segunda maior cidade do país e em toda a região a caminho de Donetsk têm sido alvo de bombardeamentos constantes. Moscovo garante mesmo que assumiu o controlo de Udy, na região de Kharkiv.

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Kiev, por seu turno, afirma ter atingido com mísseis uma base mercenária do grupo russo Wagner em Lugansk.O grupo Wagner é apontado como tendo ligações ao oligarca russo Evguéni Prigojine, que, por sua vez, é considerado próximo do Presidente russo, Vladimir Putin. A presença de combatentes do grupo foi confirmada nos últimos anos na Síria, Líbia, Mali e outros países africanos.

Mais a sul, não foram os bombardeamentos a provocar vítimas: em Zatoka, perto do porto de Odessa, três pessoas morreram este domingo e duas ficaram feridas quando uma mina explodiu enquanto tomavam banho na costa do Mar Negro, apesar da proibição oficial. Um dos corpos foi recuperado nesta segunda-feira (15).

Nos territórios ocupados já estã o se está a preparar a anexação total. Em Kherson, para além da emissão de passaportes russos, os salários e pensões são pagos em rublos e visitas da imprensa internacional são organizadas para mostrar uma chamada “normalidade”.

Mas as autoridades ucranianas garantem que nenhum território será entregue a Moscovo e para isso, para além da ajuda internacional que está a chegar às frentes de batalha, nas próximas semanas devem regressar do Reino Unido milhares de militares ucranianos que estiveram a receber treino especializado.

Formações dadas sobretudo a quem não tinha experiência militar e incluiram o manuseamento de armas, primeiros socorros e técnicas no campo de batalha.

Redação Portal CINCO

Informações Euronews