Queda nos 2 servidores de internet resultou na suspensão da votação da PEC das bondades na 3ª feira.
A Polícia Federal informou nesta quarta-feira (13) que abriu um procedimento preliminar de investigação sobre falhas na internet e no sistema de informática da Câmara dos Deputados.
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Agentes da PF estiveram na Câmara na madrugada, após o sistema apresentar inconsistências.
Durante a sessão, a internet da Câmara ficou instável, o que impediu o registro dos votos remotos. Depois da falha técnica, Lira afirmou que iria prestar uma queixa formal a PF já que “isso é interferir no trabalho livre e autônomo do legislativo”.
Em nota, a PF informou que uma equipe técnica esteve no local e fez as primeiras verificações para apurar falhas na internet e inconsistências no sistema de votação da Casa. Segundo o órgão, foi instaurado procedimento preliminar de apuração na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal e “as diligências continuam a fim de esclarecer prontamente o ocorrido”.
“Apagão”
Logo no início da discussão da PEC, a internet e o sistema de votações remoto da Câmara começaram a apresentar problemas. Os deputados – obrigados a registrar presença no plenário, mas autorizados a votar remotamente por meio de um aplicativo – não conseguiram acessar o sistema.
Lira pediu, então, que os parlamentares fossem ao plenário registrar seus votos. O presidente da Câmara chegou a dizer que as dificuldades com a rede da Casa não eram apenas técnicas, e que pediria investigação à Polícia Federal e ao Ministério de Justiça e Segurança Pública.
“Os dois links, os dois servidores de internet da Casa caíram ou foram cortados automaticamente no mesmo período, de duas empresas diferentes”, afirmou. “Vou fazer uma queixa formal à Polícia Federal, ao Ministério da Justiça. Isso é interferir no trabalho livre e na autonomia do Poder Legislativo”, disse Lira.
Redação Portal CINCO
