A administração Trump da início a sua política de expulsão em massa de migrantes. Essa era uma das grandes promessas de campanha do novo presidente dos Estados Unidos. Na quinta-feira (23), três dias após sua posse, a polícia anti-imigração (ICE) iniciou as primeiras operações contra imigrantes sem documentos.
Presidente pediu que caneta usada para assinar ordem fosse dada a Robert F. Kennedy Jr, filho de RFK, sobrinho de JFK e indicado para secretário de saúde do atual governo.
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, conversou nessa quarta-feira (22) "com o presidente legítimo da Venezuela, Edmundo González Urrutia, e a líder da oposição María Corina Machado", afirmou Tammy Bruce, porta-voz do Departamento de Estado.
Confirmando as expectativas, o filme brasileiro "Ainda estou aqui", do diretor Walter Salles, recebeu nesta quinta-feira (23) três indicações ao maior prêmio do cinema mundial. A produção brasileira vai concorrer como Melhor Filme, Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz, com Fernanda Torres. Esta é a primeira vez que o cinema nacional concorre na principal categoria do Oscar.
Saiba as respostas para as principais perguntas sobre as indicações da 97ª edição do Oscar, que serão reveladas a partir das 10h30 (horário de Brasília). Como equipe de ‘Ainda Estou Aqui’ vai acompanhar os indicados.
Nas duas primeiras semanas de janeiro já foram confirmados 58 casos da doença, sendo dois considerados graves.
Pelo menos 2.200 forças já estão ativas na região sudoeste da divisa entre os países. Donald Trump disse que vai intensificar ainda mais as medidas contra a imigração, dois dias após seu retorno à Casa Branca. O republicano, que prometeu deportar milhões de estrageiros sem documentos dos Estados Unidos, disse que "milhares de terroristas" estavam presentes no país e acusou a política adotada pelo governo Biden de “permissiva”.
Em entrevista à Bloomberg, o presidente argentino ponderou que espera chegar a um bom termo com os demais participantes do bloco sem precisar tomar medidas ‘tão drásticas’.
Internautas franceses e a imprensa do país se intrigam com o recorde de matas incendiadas no Brasil, governado pelo presidente Lula. A imprensa francesa repercute nesta quarta-feira (22) os dados recém-publicados pela rede MapBiomas, registrados pela plataforma Monitor do Fogo. Em 2024, o país teve 30,9 milhões de hectares - ou 309 mil km² - queimados entre janeiro e dezembro, o que equivale a uma área maior que o território da Itália (30,1 milhões de hectares).
Prefeitura e secretaria de Educação realizaram processo seletivo para cargos já contemplados em concurso público, desrespeitando a lista de aprovados