Os militares dos EUA usaram neste sábado (02) três aviões militares de carga para lançar mais de 38.000 refeições na Faixa de Gaza pela primeira vez desde o início da guerra Israel-Hamas, disseram autoridades. O Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários alertou anteriormente que um quarto da população do enclave está a um passo da fome.
Os ataques aéreos israelenses mataram pelo menos 28 palestinos em Rafah na manhã deste sábado (10), horas depois de o primeiro-ministro de Israel ter dito que pediu aos militares que planejassem a evacuação de centenas de milhares de pessoas da cidade de Gaza, no sul, antes de uma invasão terrestre. Os ataques israelenses também tiveram como alvo os arredores da capital síria, Damasco, nesta manhã de sábado, disseram os militares sírios.
O vice-chefe do Hamas, Saleh al-Arouri, foi morto na noite de terça-feira por um ataque israelense nos subúrbios ao sul da capital libanesa. Em resposta ao ataque, o grupo terrorista palestino prometeu que o seu assassinato não encerrará à sua “resistência”. Vídeos que circularam nas redes sociais mostraram graves danos e incêndio.
As embarcações tinham antes sido usadas para atacar um navio de mercadorias com pavilhão de Singapura, que tinha dado o alarme.
Dezenas de milhares de famílias palestinas já deslocadas fugiram novamente em um novo êxodo em massa no centro de Gaza nesta quinta-feira (28), onde as forças israelenses montando um grande avanço atacaram áreas já repletas de pessoas expulsas da região norte.
As forças israelenses estão se aprofundando na Faixa de Gaza, disse o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu em vídeo neste domingo (24), acrescentando que continuarão lutando até alcançar a “vitória total” sobre o Hamas. Um navio de guerra dos EUA abateu quatro drones sobre o Mar Vermelho, disse o Pentágono no início do dia.
O grupo terrosrista islamico palestino disse que não vai negociar a libertação de mais reféns até um cessar-fogo israelense. Votação no Conselho de Segurança da ONU voltou a ser adiada.
O exército israelense disse neste domingo (17) ter descoberto o maior túnel do Hamas na Faixa de Gaza até agora, a apenas algumas centenas de metros da fortemente guardada passagem de fronteira de Erez. A descoberta levanta novas questões sobre como a vigilância israelense não percebeu a ação dos terrosristas do Hamas no ataque mortal em 7 de outubro.
O Hamas e Israel libertaram mais reféns e prisioneiros sob os termos de um frágil cessar-fogo que durou cinco dias, até agora. Enquanto mediadores internacionais no Catar trabalhavam para estender a trégua, os Estados Unidos insistem com Israel para proteger melhor civis palestinos em Gaza, caso cumpra a promessa de retomar a guerra.
O grupo militante palestino Hamas libertou na terça-feira 10 israelenses e dois estrangeiros em troca da libertação de 30 prisioneiros palestinos das prisões israelenses sob os termos do acordo de extensão da trégua de dois dias. Os reféns libertados incluíam nove mulheres israelenses e um menor, além de dois cidadãos tailandeses. Os prisioneiros palestinos libertados incluíam 15 mulheres e 15 menores.